A Origem do Conflito Israelo-Árabe!
Muitas vezes acredita-se que o conflito no Médio Oriente teve início em 1948. No entanto, um olhar atento à história revela que esta é, na verdade, uma tragédia de milénios, onde camadas teológicas e políticas se sobrepuseram.
Solidariedade é a essencia da Justiça Social
Para que uma sociedade se desenvolva em justiça social é fundamental a cultura da solidariedade.
sábado, 1 de junho de 2024
O Que está em Jogo nas Eleições Europeias?
sábado, 25 de maio de 2024
Autores Estrangeiros Escrevem Sobre Portugal
Portugal está na moda e devido a isso há cada vez mais autores estrangeiros a escrever sobre a história, os feitos, as características do país e do povo e também sobre os encantos de Portugal, alguns dos quais traduzidos e publicados em Portugal com sucesso nas livrarias. tais como: Portugal - A Historia de uma Nação do estadunidense Henry Morse Stephens, The First Global Village do jornalista britânico Martins Page, que chegou a viver durante três anos em Portugal, numa casa alugada em Santa Iria da Azóia; The Portuguese de outro britânico Barry Hatton; A História de Portugal e do Império Português do estadunidense Anthony R. Disney, e também, entre outros, Portugal Visto de Fora do francês Pierre Léglise-Costa.
O conteúdo, a critica e o sumário de cada um destes livros pode ser consultada pela internet, além de biografia do autor, e características de cada um dos livros editados.
Sobre o Autor
Filipe de Freitas Leal nasceu em Lisboa, em 1964, é licenciado em Serviço Social pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa, com Pós-graduação em Políticas Públicas e Desigualdades Sociais, frequentou o Mestrado de Sociologia na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Estagiou com reinserção social de ex-reclusos e o apoio a famílias em vulnerabilidade social. É Bloguer desde 2007, tem publicados oito livros de temas muito diversos, desde a Poesia até à Política.
quinta-feira, 23 de maio de 2024
Protestos Pró-Palestina Contra Israel e a Comunidade Judaica em Lisboa
A luta de Israel para sobreviver como nação, permanece hoje através da luta contra o terrorismo do Hamas, é para Israel um problema existencial, ou derrota o Hamas ou Israel é que pode ser destruído.
Ocorreu ontem em Lisboa no cinema São Jorge, a celebração dos 76 anos da Restauração da Independência de Israel, a pátria milenar dos judeus após um exílio forçado de 2000 anos, mas em frente àquela sala de cinema na Avenida da Liberdade, estavam na rua vários jovens empunhando bandeiras da palestina e usando o Keffiéh (lenços palestinianos) com a sua típica característica de irreverência e ignorância sobre o assunto em causa (ignorância essa que é o resultado de pouco conhecimento de História), e assim, mais do que defender a Palestina com gritos de ordem e insultos antissemitas aos judeus presentes, estavam na verdade a atacar Israel a única democracia em todo o Médio Oriente, e a atacar o povo judeu, e claro, sem saber, estavam a justificar os ataques do 7 de outubro de 2023 e a dar força ao Hamas.
Mas isto de antissemitismo não começou recentemente e nem em 1930 com o navio MS. Saint Louis, que estava carregado de refugiados judeus dos pogroms no Leste e Norte da Europa. Os países da Europa por onde passou o navio não o quiseram, mas não podem esquecer que o problema do Sionismo é fruto do ódio antissemita que levou a cabo a maior perseguição alguma vez feita contra um povo.
O problema do antissemitismo surgiu no ano 38 EC em Alexandria, onde se realizou o primeiro pogrom, agravou-se com a inquisição e as expulsões, e atingiu o ápice no Holocausto. Não havia outra saída para os judeus que não a de voltar a Tzion (Palestina). Mas em 1939 ainda antes do Holocausto Nazi, os judeus em fuga no navio MS. Saint Louis, viram recusado o asilo e refugio, eram 937 judeus, homens, mulheres e crianças, que eram perseguidos somente por serem judeus. O navio navegou até aos EUA e uma vez mais recusado o refugio, regressou à Alemanha onde a maioria dos refugiados acabou morta nos campos de concentração do III Reich. O conflito israelo-árabe nasceu com o Sionismo e a imigração dos judeus sobreviventes do Holocausto para a Palestina que era então protetorado britânico.
Os jovens que ontem protestavam em frente ao cinema São Jorge, de certeza nunca ouviram falar disto, não sabem e até podem alegar que é algo ocorrido no passado, mas não é, o antissemitismo permanece vivo hoje, tal como há 2000 anos atrás. É o mesmo desde 38 EC em Alexandria e ontem em Lisboa em frente ao São Jorge o que se viu foi um antissemitismo de Esquerda com capa de causa política. E para finalizar há mais um detalhe que os jovens que ontem protestavam, muito provavelmente também desconhecem, que é a origem do nome Palestina, imposto no ano 70 EC pelos romanos à Judeia e significa Filistéia, assim como palestinianos significa filisteu, ou seja, uma terra e um povo que já não existia naquele tempo.
Sobre o Autor
Filipe de Freitas Leal nasceu em Lisboa, em 1964, é licenciado em Serviço Social pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa, com Pós-graduação em Políticas Públicas e Desigualdades Sociais, frequentou o Mestrado de Sociologia na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Estagiou com reinserção social de ex-reclusos e o apoio a famílias em vulnerabilidade social. É Bloguer desde 2007, tem publicados oito livros de temas muito diversos, desde a Poesia até à Política.
Avaliação ao Governo de Luís Montenegro
Nenhum governo democraticamente eleito é totalmente mau, ou totalmente bom, e isso não depende da nossa simpatia política nem da preferência por cores partidárias, nem tão pouco das posições ideológicas de Esquerda ou Direita, mas sim das circunstâncias do momento, das opções, das competências e do pensamento de quem governa.Neste caso, em relação ao governo de Luís Montenegro, vejo de positivo a posição cuidadosa como gere os Negócios Estrangeiros, nomeadamente na questão Israelo-árabe, que tem sido cautelosa, graças ao trabalho diplomático de Paulo Rangel, não se precipitando em ir na onda de condenações a Israel que outros governos tomaram, é de salientar também o empenho em querer dar uma nova ordem interna à questão da imigração e dos sem abrigo estrangeiros a dormir nas ruas de Lisboa e do Porto e também corrigir o erro fatal da extinção do SEF; a forma como está a enviar a mensagem de que se preocupa em criar um Portugal para os jovens portugueses, a preocupação em apoiar os idosos mais desfavorecidos com medicamentos gratuitos e também a preocupação com as prementes questões da falta de habitação.
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| Bandeira Oficial da Chefia do Governo |
Sobre o Autor
Filipe de Freitas Leal nasceu em Lisboa, em 1964, é licenciado em Serviço Social pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa, com Pós-graduação em Políticas Públicas e Desigualdades Sociais, frequentou o Mestrado de Sociologia na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Estagiou com reinserção social de ex-reclusos e o apoio a famílias em vulnerabilidade social. É Bloguer desde 2007, tem publicados oito livros de temas muito diversos, desde a Poesia até à Política.
terça-feira, 30 de abril de 2024
O Dialecto Brasileiro é já um Idioma Autónomo
O brasileiro é já uma realidade linguística autónoma, desenvolveu-se no Brasil a partir do português imposto pelos colonizadores, mais precisamente por Marquês de Pombal que quiz substituir o Tupi-Guarani que os jesuítas ajudaram a estruturar. E muito embora compartilhe uma base comum com o português de Portugal, o brasileiro apresenta diferenças dialectais significativas que são as seguintes:
Variações Regionais:
- Devido ao vasto território do Brasil e à sua história, o dialeto brasileiro possui diversos falares ou sub-dialetos, que refletem as diferenças tanto lexicais, como fonéticas e até gramaticais.
Um Norma Unificada:
- Apesar das diferenças regionais, o brasileiro mantém uma norma unificada, na escrita, o que permite que todos os falantes no país entendam-se, o que é de facto fundamental para a comunicação eficaz em todo o território.
Uma Ligação original com o Português (a língua de Portugal):
- O brasileiro e o português têm sérias diferenças lexicais, semânticas e sobretudo gramaticais, pois a estrutura no que toca à construção das frases é diferente, todavia, não prejudica a inteligibilidade entre ambos os povos, embora tenhamos que admitir que os brasileiros têm grande dificuldade em entender os portugueses, porque não estão habituados a ouvir o sotaque português, tanto é assim que não raras vezes quando um filme português passa nas televisões do Brasil, é legendado, uma série televisiva portuguesa realizada pela RTP e a GloboPlay, Codex 632 que é adaptação de um livro de José Rodrigues dos Santos, foi totalmente dobrada em brasileiro.
- Podemos portanto afirmar que o Brasil tem na prática a existência de duas línguas em simultâneo, o Idioma Oficial que é o Português na variante brasileira, e o dialeto brasileiro propriamente dito, que é o vernáculo falado pelo povo no seu dia a dia e que difere das regras gramaticais do idioma português, e é esta realidade que faz com que hajam cada vez mais, defensores do reconhecimento do Brasileiro como língua independente do português.
Sobre o Autor
Filipe de Freitas Leal nasceu em Lisboa, em 1964, é licenciado em Serviço Social pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa, com Pós-graduação em Políticas Públicas e Desigualdades Sociais, frequentou o Mestrado de Sociologia na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Estagiou com reinserção social de ex-reclusos e o apoio a famílias em vulnerabilidade social. É Bloguer desde 2007, tem publicados oito livros de temas muito diversos, desde a Poesia até à Política.
segunda-feira, 15 de abril de 2024
o Irão, Israel e o Tabu do Conflito: Entre o Dogma e a Realidade
A perseguição do regime iraniano a Israel não é um fenómeno
recente; é uma diretriz teocrática que vigora desde a Revolução de 1979. Sob a
liderança do Aiatolá Khomeini, o Irão transformou a "destruição da
entidade sionista" num pilar de Estado. Na madrugada de 14 de
abril de 2024, essa agressividade materializou-se num ataque direto com
mais de 300 drones e mísseis, totalizando 60 toneladas de explosivos. Embora
apresentado como retaliação ao bombardeamento em Damasco — capital da Síria,
hoje um país vassalo de Teerão —, o ataque revelou o perigo de um regime que
utiliza as suas forças, como a Guarda Revolucionária, para exportar o caos
regional.
Infelizmente, assistimos hoje a um "antissionismo"
que serve, muitas vezes, de máscara a um antissemitismo profundo. Muitos, por
ignorância ou ideologia, regozijam-se com a agressão iraniana, ignorando um
facto crucial: por que razão nações como o Egito, a Jordânia ou a Arábia
Saudita não saem em defesa do Hamas ou do Irão? A resposta reside na cooperação
silenciosa; no próprio ataque de abril, países árabes vizinhos participaram
na interceptação de mísseis e drones iranianos, vendo em Teerão uma
ameaça à sua própria soberania. É irónico que a Esquerda, que hoje demoniza
Israel, esqueça que a União Soviética (URSS) foi a primeira potência a
conceder o reconhecimento de jure ao Estado judeu, em 17
de maio de 1948, garantindo a sua sobrevivência inicial através de armamento
crucial fornecido via Tchecoslováquia.
O drama vivido em Gaza é inegável, mas a sua génese é clara:
resulta do ataque bárbaro de 7 de outubro de 2023, perpetrado pelo Hamas. Este
grupo não representa a vontade democrática; após as eleições de 2006, o Hamas
tomou o poder absoluto em Gaza em junho de 2007 através de uma violenta guerra
civil, expulsando a Autoridade Palestiniana (Fatah) à bala e executando
oponentes em praça pública. Desde então, transformaram o enclave numa base
militar onde milhares de milhões de euros em ajuda internacional foram
desviados para a construção de túneis sob hospitais e escolas, bem como a máquina de
propaganda "Paliwood" em funcionamento.
A História é teimosa. Em pelo menos sete ocasiões, foram
oferecidas soluções de dois Estados que garantiriam uma Palestina livre. No
entanto, desde os Acordos de Oslo em 1993 até propostas subsequentes, líderes
como Yasser Arafat recusaram sistematicamente a paz, preferindo a via da Jihad e
a dependência do apoio radical de outros regimes árabes. A ONU e a Esquerda
fingem desconhecer que, durante sete décadas, a mão estendida de Israel foi
rejeitada por quem nunca desejou a independência palestiniana, mas sim a
destruição total do vizinho judeu. Negar estes factos não é ser humanista; é
ser cúmplice da narrativa de quem usa o seu próprio povo como escudo humano.
Sobre o Autor
Filipe de Freitas Leal nasceu em Lisboa, em 1964, é licenciado em Serviço Social pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa, com Pós-graduação em Políticas Públicas e Desigualdades Sociais, frequentou o Mestrado de Sociologia na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Estagiou com reinserção social de ex-reclusos e o apoio a famílias em vulnerabilidade social. É Bloguer desde 2007, tem publicados oito livros de temas muito diversos, desde a Poesia até à Política.
sexta-feira, 15 de março de 2024
Apesar de Tudo, Vence Sempre a Democracia
A grande diferença entre a Democracia, o Fascismo e o Comunismo, é que a Democracia é um sistema político frágil por ser o regime da Liberdade de Opinião. Como tal, a Democracia requer o respeito por todos os intervenientes no palco da política plural e multipartidária. Na democracia há partidos grandes e partidos pequenos, uns à Esquerda, outros à Direita, mas todos são igualmente válidos na medida que são a expressão máxima da vontade popular que os elege para se sentarem à mesa do diálogo e da concórdia.
Ao Contrário, o Fascismo e o Comunismo são regimes fortes e musculados, onde não há liberdade de pensamento, expressão e associação política e cívica, nem liberdade de imprensa, são regimes suportados por uma Polícia Política, repressiva, persecutória, torcionária e com uma vigilância permanente e asfixiante. E isto não tornará a acontecer no nosso país.
Em Democracia todos os votos contam, sobretudo os que elegem deputados e devem ser respeitados, da AD ao PAN. É portanto espectável que em vez de segregação haja diálogo com todos os partidos, inclusive com o Chega. Facto é que quanto mais se persegue e segrega o Partido Chega e quanto mais se rotulam de fascistas os seus apoiantes mais o Chega cresce e mais se fortalece. Não adianta fingir que o Chega não existe ou que 1,1 milhão de votos não contam. É imperioso chamar o Chega para o diálogo responsável próprio da cultura democrática.
Mas dadas as circunstâncias, Portugal foi empurrado para um ciclo político de instabilidade governativa, tal como noutros países parlamentaristas onde os partidos não obtém maiorias absolutas, como a Itália, a Bélgica ou os Países Baixos, o que a meu ver é mau, e a culpa é do Presidente da República Marcelo Rebelo de Sousa que tem sido tendencioso e um elemento desestabilizador, e essa não é a função do Presidente. Provavelmente ainda teremos eleições legislativas no prazo de um ano.
Sobre o Autor
Filipe de Freitas Leal nasceu em Lisboa, em 1964, é licenciado em Serviço Social pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa, com Pós-graduação em Políticas Públicas e Desigualdades Sociais, frequentou o Mestrado de Sociologia na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Estagiou com reinserção social de ex-reclusos e o apoio a famílias em vulnerabilidade social. É Bloguer desde 2007, tem publicados oito livros de temas muito diversos, desde a Poesia até à Política.
terça-feira, 12 de março de 2024
As Eleições e a Crise da Esquerda
A Esquerda europeia está em crise, é antes de mais o título de um livro da autoria de Alfredo Barroso, que evidencia que a Esquerda está em queda na Europa e agora chegou a Portugal com a vitória da Aliança Democrática de Centro Direita e a ascensão do Partido Chega de André Ventura, e como tal, a Esquerda terá de fazer uma análise sobre o que está a gerar este afastamento por parte dos eleitores. A meu ver, a maioria da população sente que já não é devidamente representada pelos partidos de Esquerda, porque entende que a esquerda afastou-se da luta de classes, da realidade cotidiana das pessoas, dos problemas concretos e enveredou por outros caminhos ideológicos, a abraçar causas identitárias e em vez de lutar pelo bem comum do todo, luta pelas minorias, com isto afastou-se verdadeiramente das populações que diz querer defender.
Os problemas sociais e económicos não são de Esquerda ou de Direita, são em si mesmo problemas que têm que ser devidamente solucionados pelos governantes. Além disso, as pessoas não comem ideologia, nem respiram discursos nem slogans, não sabem nem querem saber o que é o wokismo, os cidadãos comem o pão que é fruto do trabalho e para tal são necessárias políticas concretas que defendem os interesses de todos os cidadãos. No entanto, se a Esquerda não se esforçar para fazer uma reflexão autocrítica e retornar a ser a esquerda clássica, então arrisca-se a entregar à Extrema-direita a luta pelas causas estruturais e a defesa das populações.
É isto que explica a queda acentuada do PCP no Alentejo, ou do PS no Algarve, é isso que explica porque é que o BE Bloco de Esquerda não conseguiu eleger mais deputados e arrisca-se a desaparecer em breve. É necessário com urgência uma Esquerda Renovada, mais abrangente e voltada para a defesa de todos os cidadãos.
Em Portugal, após oito anos e quatro meses de governo socialista liderado por António Costa, o PS de Pedro Nuno Santos sai derrotado por um quase empate técnico com a AD, mas com enormes desafios para revigorar o PS. Nos últimos dois anos de maioria absoluta, as pressões vindas da oposição mas também do Presidente da República levaram o PS a uma fase de impopularidade, e por último, as acusações da Procuradoria Geral da República sobre suposta corrupção por parte do Primeiro Ministro levaram António Costa a demitir-se. O presidente Marcelo Rebelo de Sousa optou por dissolver o Parlamento com uma Maioria Absoluta, para lançar o país numa aventura eleitoral. Os resultados estão à vista, e o momento não é propicio aos partidos de esquerda.
junho 01, 2024
Filipe de Freitas Leal











