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sábado, 9 de julho de 2011

Nasceu o Sudão do Sul

Nasceu no dia 9 de julho de 2011 o Sudão do Sul, até ao momento é o mais novo país do mundo, após um referendo, que veio a colocar cobro a décadas de guerra civil, da qual pereceu aproximadamente 1 milhão de pessoas.
O novo país, liderado pelo Presidente Salva Kiir Mayardit, antigo lider da Guerrilha e do Partido da Resistência o Movimento Popular de Libertação do Sudão do Sul SPLM, tem a sua Capital na cidade de Juba, a sua população ronda os 8 milhões e fala oficialmente o Árabe e o Inglês,
O que separa o Sudão do Sul face ao Sudão é a divergência religiosa, o Sudão é árabe e muçulmano, o Novo Sudão (como tamém é chamado) é maioritáriamente negro de religião cristã e animista que nunca aceitou a imposição da "Shária".
Apesar de possuir petróleo, o Sudão do Sul nasce como um dos mais pobres países do mundo.

Autor Filipe de Freitas Leal

Sobre o Autor

Filipe de Freitas Leal nasceu em Lisboa, em 1964, estudou Serviço Social pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa. Estagiou como Técnico de Intervenção Social numa Instituição vocacionada à reinserção social de ex-reclusos e apoio a famílias em vulnerabilidade social, é blogger desde 2007, de cariz humanista, também dedica-se a outros blogs de temas diversos.

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Israel e Palestina Discutem a Paz

Após algum tempo, de silêncio e expectativas falhadas, muito contra a vontade do Irão e do Hamas, Mahmud Abbas e Beniamin Netanyahu, sentam-se enfim à mesa das negociações com o objetivo de chegar a um acordo para negociar a paz, sobretudo espera-se uma paz que seja duradoura e que se concretize na criação e reconhecimento mutuo do direito a ambos os países terem um Estado, tanto Israel como a Palestina.
Israel e o mundo ocidental também saem a ganhar com a criação do estado palestiniano, a paz trará maior segurança e reaproximação entre os povos, e a entrada de Israel como membro de pleno direito da União Europeia poderá se realizar.
O mundo tem os olhos postos em Israel, desde a sua fundação como Estado independente, devido ao barril de pólvora que é o Médio Oriente, desde o fim do Império Otomano.
A questão é saber até que ponto as diferentes correntes políticas e religiosas palestinianas estão de facto abertas à realização de um acordo tecido na paz, ou antes irão continuar a incentivar os populares ao ódio e a uma intifada sem fim, na ilusão de conquistar a independência pela força.

Autor Filipe de Freitas Leal

Sobre o Autor

Filipe de Freitas Leal nasceu em Lisboa, em 1964, estudou Serviço Social pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa. Estagiou como Técnico de Intervenção Social numa Instituição vocacionada à reinserção social de ex-reclusos e apoio a famílias em vulnerabilidade social, é blogger desde 2007, de cariz humanista, também dedica-se a outros blogs de temas diversos.

 
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