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quinta-feira, 7 de abril de 2022

Ucrânia - Um Poema para a Paz

Sim, Humanizaremos a Terra!Para se erradicar a guerra.Vamos humanizar com sementes,Plantemos o amor nos corações,Erradiquemos o ódio das mentes,E promovamos a paz às nações.Vamos matar a guerra com confiança,Sufocando-a no abraço da fraternidade.A nossa força será a esperança,A nossa arma a verdade.Afastaremos do meio de nós a escuridão,E venha célere a luz da paz e da salvação.Ucrânia da liberdade, terra mártir.Na tua flama desponta o azul no céu,E os teus trigais no solo a sorrir,Hoje paira sobre ti um negro véu,Mas a vitória é certa e te pertence.Porque em "Maidan" o povo vence.Autoria: Filipe de Freitas Leal 07 de abril de 2022.Autor do blog: Filipe de Freitas Leal Leituras visualizaçõesSobre o AutorFilipe de Freitas Leal nasceu...

sexta-feira, 24 de abril de 2020

Alfredo Cuervo Barreros - Queda Prohibido

¿Qué es lo verdaderamente importante? Busco en mi interior la respuesta, y me es tan difícil de encontrar. Falsas ideas invaden mi mente, acostumbrada a enmascarar lo que no entiende, aturdida en un mundo de falsas ilusiones, donde la vanidad, el miedo, la riqueza, la violencia, el odio, la indiferencia, se convierten en adorados héroes. Me preguntas cómo se puede ser feliz, cómo entre tanta mentira se puede vivir, es cada uno quien se tiene que responder, aunque para mí, aquí, ahora y para siempre: Queda prohibido llorar sin aprender, levantarte un día sin saber que hacer, tener miedo a tus recuerdos. Queda prohibido no sonreír a los problemas, no luchar por lo que quieres, abandonarlo todo por miedo, no convertir en realidad...

quinta-feira, 9 de junho de 2016

Um Poema à espera de um nome

Era como gato-sapato que ela brincava, Com o coração dele, feito de pano Atirado a um canto num quarto escuro, E rebuscado por encanto, ele se surpreendia Teimoso coração que nunca se cansava, De ter esperança no segundo seguinte, No minuto teimoso, na hora desejada, No tempo tardio da vida que tarda. Até um dia. O dia em que desacreditou de si mesmo, E no qual as nuvens tornaram-se cinzentas. Os dias penosos, Até um dia. O coração de pano, num corpo de papel, Não conhecia antes o gosto do fel. Com o rosto cabisbaixo e os olhos no chão, Segurava tremulo um poema na mão, Numa folha de papel arco-iris Leu pela última vez o seu poema, De versos desalinhados e sem rima, Baixou as mãos, olhou para cima, Com os seus olhos grandes e molhados, Sem...

segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

Poema # 58 - Pequenino

Vou ser pequenino, já amanhã. Quero passar despercebido no fundo E ser eu mesmo logo pela manhã, Só assim caberei no meu mundo. Não vou mais sonhar alto, não. Sonho só com o que me cabe na mente, E quanto o que me nasce no coração. Pisar seguro o chão e olhar de frente. Vou ser simplesmente o que sou, E dar meus passos noutra direção, Mesmo sem saber para onde vou Vou ser pequenino, por vocação. E à noite minha mente desperta, Vagueia nos sonhos e procuro-me Na palavra dita, na palavra certa, E só, diante de ti, descubro-me. Amanhã, serei quem sou, Pequeno e despercebido ser, Que sabe que em tudo procurou, Aprender a encontrar sem perder. Autor Filipe de Freitas Leal  Leituras visualizações Sobre...

terça-feira, 15 de dezembro de 2015

Poema # 57 - Ausência

Ter um coração, Sem ter quem se ama, Não é ter coração, É ter um pedaço da gente Que espera por quem ama E por isso sonha-se acordado Na espera desse dia. Ter coração com tanta distância, De encanto e doçura, É ter a dor da separação, A surdez da ausência Esquecida na canção, Por isso faço do meu fado A nossa melodia. Autor Filipe de Freitas Leal  Leituras visualizações Sobre o Autor Filipe de Freitas Leal nasceu em Lisboa, em 1964, estudou Serviço Social pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa. Estagiou como Técnico de Intervenção Social numa Instituição vocacionada à reinserção social de ex-reclusos e apoio a famílias em vulnerabilidade...

segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

Poema # 56 - Um beijo perdido

Um beijo perdido no chão, Peguei-o com cuidado, Tendo-lhe deitado a mão, Vi nele um sorriso desenhado. Um sorriso de espera, De encanto e doçura, Que num vermelho quisera, Dizer palavras de ternura. E de repente levou-o o vento, Silenciosamente desapareceu, No céu imenso e num lamento, Diz-me, de quem seria o beijo teu? Autor Filipe de Freitas Leal  Leituras visualizações Sobre o Autor Filipe de Freitas Leal nasceu em Lisboa, em 1964, estudou Serviço Social pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa. Estagiou como Técnico de Intervenção Social numa Instituição vocacionada à reinserção social de ex-reclusos e apoio a famílias em vulnerabilidade...

quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

Poema # 55 - O Fogo Pelas Tuas Mãos

Que este dia esteja nas tuas mãos, E que nelas se realizem os teus sonhos. Sonhos como quem dominou o fogo Antes da escrita, Sonhos como quem viaja no Espaço Depois da utopia. Sonhos teus e nossos, Sonhos de ontem, hoje e sempre, Forjados na noite que dá à luz o dia, Acordados na manhã da eternidade, A dominar o eterno fogo, Pelas tuas mãos. Autor Filipe de Freitas Leal  Leituras visualizações Sobre o Autor Filipe de Freitas Leal nasceu em Lisboa, em 1964, estudou Serviço Social pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa. Estagiou como Técnico de Intervenção Social numa Instituição vocacionada à reinserção social de ex-reclusos...

segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Poema # 46 - Castanhas Assadas

Nas tardes outonais e frias, Envoltas numa suave névoa branca, Passear-se por Lisboa nesses dias, Fica-nos docemente na lembrança. Na Baixa um café, sabe tão bem uma bica, Quente e espumosa, de um aroma especial, As palavras faltam-nos mas a imagem fica, Desta poesia que é o outono em Portugal. Sente-se e vê-se a bela névoa no ar, Que embeleza as ruas cheias em folhas, Misturada ao fumo das castanhas a assar, Ouve-se: "Quentinhas e boas". Cheiram a Lisboa e soam a poesia, Querem-se boas e bem quentinhas Querem-se sempre de noite ou de dia, Como imagens da infância, bem docinhas. Que eu cá as como para matar a saudade, Que é como voltar à infância de verdade. ____________ * Baixa, é o termo que define o centro da uma cidade, que fica na...

terça-feira, 1 de setembro de 2015

Poema # 07 - A Aurora

Que os nossos desejos Se transformem em realidade, Que possamos fazer doravante De cada dia, uma aurora E uma grande oportunidade de viver, Sem que a tarde jamais se ponha  No horizonte dos nossos mais belos sonhos." 31/10/2012 Autor Filipe de Freitas Leal  Leituras visualizações Sobre o Autor Filipe de Freitas Leal nasceu em Lisboa, em 1964, estudou Serviço Social pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa. Estagiou como Técnico de Intervenção Social numa Instituição vocacionada à reinserção social de ex-reclusos e apoio a famílias em vulnerabilidade social, é blogger desde 2007, de cariz humanista, também dedica-se a outros blogs de temas divers...

Poema # 06 - Renascer a cada manhã

Durmo todas as noites como se morresse, Renascendo esperançoso a cada manhã, E nas tardes da vida amadurecesse, Aprendendo humildemente em mente sã, Que os erros que cometi não mais os cometesse. E Qual Fénix que das cinzas se faz renascer, Faz o passado, pertencer ao esquecimento Depositado no devido tempo de crescer, O presente, esse rege ao devido momento O futuro, é o perpétuo sonho de reerguer. ____________ Na vida, sentimos que há fases, que se sucedem umas às outras, no processo de crescimento, amadurecimento, envelhecimento, pelos erros e acertos que nos ensinam; A Fénix  um pássaro da mitologia grega, que quando morria o seu corpo se auto destruía pelo fogo, pelo que o pássaro voltava...

Poema # 05 - Oração de Um Ser Humano

Senhor: Perdoa-me, Por não ter sido um instrumento da Tua Paz. Onde houve o Ódio, eu não levei o Amor, Onde houve a Ofensa, eu não levei o Perdão. Onde houve a Discórdia, eu não levei a União. Onde houveram Dúvidas, eu não levei a Fé. Onde houve Erros, eu não levei a Verdade. Onde houve Desespero, eu não levei a Esperança. Onde houve Tristeza, eu não soube levar a Alegria. Onde reinaram as Trevas, eu não soube levar a Luz! Por vezes procurei mais: Ser consolado que consolar; Ser compreendido, que compreender; Ser amado em vez de amar, Deixando de ser quem devia ou poderia ter sido. Pois se é dando, que se recebe, Esqueci de doar-me a quem mais precisava. Se é perdoando, que se é perdoado, Guardei rancores, magoei pessoas, fechei...

 
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