segunda-feira, 31 de agosto de 2015

Poema # 07 - A Aurora

Que os nossos desejos
Se transformem em realidade,
Que possamos fazer doravante
De cada dia, uma aurora
E uma grande oportunidade de viver,
Sem que a tarde jamais se ponha 
No horizonte dos nossos mais belos sonhos."

31/10/2012


Autor Filipe de Freitas Leal

Sobre o Autor

Filipe de Freitas Leal nasceu em Lisboa, em 1964, estudou Serviço Social pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa. Estagiou como Técnico de Intervenção Social numa Instituição vocacionada à reinserção social de ex-reclusos e apoio a famílias em vulnerabilidade social, é blogger desde 2007, de cariz humanista, também dedica-se a outros blogs de temas diversos.

Poema # 06 - Renascer a cada manhã

Durmo todas as noites como se morresse,
Renascendo esperançoso a cada manhã,
E nas tardes da vida amadurecesse,
Aprendendo humildemente em mente sã,
Que os erros que cometi não mais os cometesse.

E Qual Fénix que das cinzas se faz renascer,
Faz o passado, pertencer ao esquecimento
Depositado no devido tempo de crescer,
O presente, esse rege ao devido momento
O futuro, é o perpétuo sonho de reerguer.
____________

Na vida, sentimos que há fases, que se sucedem umas às outras, no processo de crescimento, amadurecimento, envelhecimento, pelos erros e acertos que nos ensinam; A Fénix  um pássaro da mitologia grega, que quando morria o seu corpo se auto destruía pelo fogo, pelo que o pássaro voltava a renascer das próprias cinzas; Eis aqui uma metáfora para muitas das fases da vida.

11/06/2012


Autor Filipe de Freitas Leal

Sobre o Autor

Filipe de Freitas Leal nasceu em Lisboa, em 1964, estudou Serviço Social pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa. Estagiou como Técnico de Intervenção Social numa Instituição vocacionada à reinserção social de ex-reclusos e apoio a famílias em vulnerabilidade social, é blogger desde 2007, de cariz humanista, também dedica-se a outros blogs de temas diversos.

Poema # 05 - Oração de Um Ser Humano

Senhor:
Perdoa-me,
Por não ter sido um instrumento da Tua Paz.

Onde houve o Ódio, eu não levei o Amor,
Onde houve a Ofensa, eu não levei o Perdão.
Onde houve a Discórdia, eu não levei a União.
Onde houveram Dúvidas, eu não levei a Fé.
Onde houve Erros, eu não levei a Verdade.
Onde houve Desespero, eu não levei a Esperança.
Onde houve Tristeza, eu não soube levar a Alegria.
Onde reinaram as Trevas, eu não soube levar a Luz!

Por vezes procurei mais:
Ser consolado que consolar;
Ser compreendido, que compreender;
Ser amado em vez de amar,
Deixando de ser quem devia ou poderia ter sido.

Pois se é dando, que se recebe,
Esqueci de doar-me a quem mais precisava.
Se é perdoando, que se é perdoado,
Guardei rancores, magoei pessoas, fechei portas.
Se é morrendo, que se vive para a vida eterna!
Só vivi para o Mundo em vez das pessoas.
Que o amanhã seja diferente,
Talvez um recomeço, mais humilde.
Que amanhã eu possa fazer a Tua vontade,
Aceitando os sacrifícios do caminho.
Que num amanhã, perto ou distante,

Eu renasça.

27/05/2012


Autor Filipe de Freitas Leal

Sobre o Autor

Filipe de Freitas Leal nasceu em Lisboa, em 1964, estudou Serviço Social pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa. Estagiou como Técnico de Intervenção Social numa Instituição vocacionada à reinserção social de ex-reclusos e apoio a famílias em vulnerabilidade social, é blogger desde 2007, de cariz humanista, também dedica-se a outros blogs de temas diversos.

Poema # 04 - O Caminho, no abril que chega.

O caminho faz-se no caminhar, contínuo.
Ainda que na solidão tardia... que me acompanha.
A porta aberta deve ser transposta... sem medo.
Mais que esperar acontecer... Agir.
Deve-se ir a caminho e palmilhar, no chão.
A via que nos espera, a via que se busca,
Na ânsia.

E por fim transformar invernos em primaveras,
Na mudança.
Em flores de abril que chega,
Serenamente.
Mais forte que a minha vontade é o meu destino,
Seja qual for.

Que o que tiver de ser, será,
Certamente.
Mesmo que não queira, partir ou chegar,
Acontecerá.
Até um dia, em que não estarei mais cá,
Saberei que não vou esquecer.

12/03/2012.


Autor Filipe de Freitas Leal

Sobre o Autor

Filipe de Freitas Leal nasceu em Lisboa, em 1964, estudou Serviço Social pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa. Estagiou como Técnico de Intervenção Social numa Instituição vocacionada à reinserção social de ex-reclusos e apoio a famílias em vulnerabilidade social, é blogger desde 2007, de cariz humanista, também dedica-se a outros blogs de temas diversos.

Poema # 03 - Fé e Luz

Numa folha de papel em branco,
Com mão firme e a caneta em punho,
Escrevo um sentimento franco,
Entre rabiscos num rascunho,
Como saudades do futuro,
Ou obscuras certezas da procura.

Relembro os eternos valores,
Reavivo princípios de vida,
Que tão fortes como amores,
Fazem minh'alma não ser perdida,
E com fé vivo a esperança,
De que o Eterno que me dê a confiança.

Luz azul, que um dia me visitou,
De raios áureos, prata em meu olhar,
A Perplexidade me imobilizou.
Tomado de e dulcíssima vontade de orar,
Rogo-te um dom, ó luz celeste,
Faz reavivar a minha fé tão pequenina.

(1986)



Autor Filipe de Freitas Leal

Sobre o Autor

Filipe de Freitas Leal nasceu em Lisboa, em 1964, estudou Serviço Social pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa. Estagiou como Técnico de Intervenção Social numa Instituição vocacionada à reinserção social de ex-reclusos e apoio a famílias em vulnerabilidade social, é blogger desde 2007, de cariz humanista, também dedica-se a outros blogs de temas diversos.



Poema # 02 - A Jornada da Vida

De manhã pus-me a pé e caminhei,
Senti o orvalho e a brisa da manhã,
Sofri o calor abrasador do sol do meio-dia,
De novo caminhando, continuei.

Por entre desânimos e cansaços,  
Lágrimas, sorrisos, duvidas e certezas,
A jornada prosseguiu, chegou a tarde,
Já se avista a almejada chegada.

Creio ser mais importante que o começo,
E mais querido que o Destino,
É o Ser e o saber caminhar a jornada da vida,
Suportando as pedras e as quedas,
A fome, a sede, a dor e o cansaço.
No fim sentiremos saudades da partida!...

24/01/2012

Autor Filipe de Freitas Leal

Sobre o Autor

Filipe de Freitas Leal nasceu em Lisboa, em 1964, estudou Serviço Social pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa. Estagiou como Técnico de Intervenção Social numa Instituição vocacionada à reinserção social de ex-reclusos e apoio a famílias em vulnerabilidade social, é blogger desde 2007, de cariz humanista, também dedica-se a outros blogs de temas diversos.

Poema # 01 - A Humanidade Tem Sede e Fome

É de sede e de fome
Que é feita a história da humanidade.
Sede de diálogo e fome de paz,
Têm-se levantado trincheiras
Constroem-se novas barreiras,
Mais guerras, mais crises,
Graça o desemprego e a carestia.
Nos corações humanos
Cria-se o culto da violência doentia,
E sede do lucro, vinda da ganância
Da cegueira e da banalidade.

É de trabalho e pão, que a humanidade tem fome,
E é de verdade e de  justiça que tem sede.
Porque quem sofre,
São sempre os indefesos,
Os esquecidos e humilhados
De todas as cores e credos.
A História, essa é contada pelo vencedor.
A seu bel-prazer.

20/08/2011


Autor Filipe de Freitas Leal

Sobre o Autor

Filipe de Freitas Leal nasceu em Lisboa, em 1964, estudou Serviço Social pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa. Estagiou como Técnico de Intervenção Social numa Instituição vocacionada à reinserção social de ex-reclusos e apoio a famílias em vulnerabilidade social, é blogger desde 2007, de cariz humanista, também dedica-se a outros blogs de temas diversos.

domingo, 30 de agosto de 2015

Fugir da Guerra Para Morrer no Coração da Europa.

Fugir à guerra da Síria e encontrar a morte na Europa, é de todo o que menos se espera quando se está cheio de esperança, quando se acredita que se seja acolhido dentro dos valores da Liberdade, Igualdade e da Fraternidade, valores esses que surgiram da Revolução Francesa, que é o maior legado deixado pela Europa ao mundo.

Algo vai mal, não é apenas a guerra, não são apenas as crises económicas, sociais, nem apenas a fome no mundo, mas sim já passou a ser uma questão moral e de valores, algo vai mal nos valores civilizacionais, ou seria melhor dizer, que o que se passa é que algo vai mal, porque faltam esses valores.

Acima de tudo, algo vai mal, quando refugiados da guerra e vitimas de uma crise humanitária, são denominados de imigrantes, pior, é que o acesso a um campo de refugiados, se faça a atravessar fronteiras como se estivessem a cometer um crime.

Soma-se a tudo isto, a descoordenação dos políticos europeus, a ganancia de criminosos que recebem dinheiro para fazer chegar à Europa pessoas que viajam sem as mínimas condições, de tal modo que na Áustria foi encontrado um camião abandonado, tendo sido encontrado no seu interior cinquenta pessoas mortas por asfixia, vitimas do tráfico humano, alguns poderão ter pago mais de 3.000 dólares para acabarem por morrer às portas da liberdade e da Paz.


Mas o erro não está no outro lado do mundo, onde há guerra e fome, o erro está no centro da Europa, num continente cada vez mais entrincheirado, o qual os refugiados pensam que mesmo não havendo fartura, haja ao menos solidariedade, solidariedade essa que subjaz no cristianismo e nos valores da democracia, e há de facto muita gente solidária, mas não há solidariedade suficiente do ponto de vista político, sobretudo que 70 anos após a II Guerra Mundial, os Direitos Humanos estejam a ser violados de forma brutal como os arames farpados na Hungria para impedir a entrada dos refugiados.

O que é preciso fazer quanto aos refugiados, é proporcionar-lhe a dignidade com o acolhimento, dando-lhes condições de ao menos chegarem vivos a um campo de refugiados onde haja, abrigo, agasalhos, alimentação e todo o tipo possível de apoio médico e psicológico.

Quanto aos imigrantes ilegais que vem para à Grécia ou a Itália, vindos de África e da Ásia, o importante é saber o que se pode fazer para que as pessoas possam ficar livres e felizes dentro dos seus países  trata-se de cooperação com vista ao Desenvolvimento Comunitário, a que os povos têm direito e a que os Estados devem tentar chegar a um consenso.

Autor Filipe de Freitas Leal

Sobre o Autor

Filipe de Freitas Leal nasceu em Lisboa, em 1964, estudou Serviço Social pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa. Estagiou como Técnico de Intervenção Social numa Instituição vocacionada à reinserção social de ex-reclusos e apoio a famílias em vulnerabilidade social, é blogger desde 2007, de cariz humanista, também dedica-se a outros blogs de temas diversos.

sábado, 29 de agosto de 2015

Citações # 28 - O Amor Jamais Morre















Autor Filipe de Freitas Leal

Sobre o Autor

Filipe de Freitas Leal nasceu em Lisboa, em 1964, estudou Serviço Social pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa. Estagiou como Técnico de Intervenção Social numa Instituição vocacionada à reinserção social de ex-reclusos e apoio a famílias em vulnerabilidade social, é blogger desde 2007, de cariz humanista, também dedica-se a outros blogs de temas diversos.

Citações # 27 - Pensar é difícil















Autor Filipe de Freitas Leal

Sobre o Autor

Filipe de Freitas Leal nasceu em Lisboa, em 1964, estudou Serviço Social pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa. Estagiou como Técnico de Intervenção Social numa Instituição vocacionada à reinserção social de ex-reclusos e apoio a famílias em vulnerabilidade social, é blogger desde 2007, de cariz humanista, também dedica-se a outros blogs de temas diversos.

quinta-feira, 27 de agosto de 2015

Os Dez Medos Fundamentais da Pessoa Humana

Quando tenho um sonho e acordo, normalmente esqueço. No entanto, quando consigo lembrar-me do que sonhei procuro interpretar o significado simbólico desse sonho.

Nesse sentido, há alguns dias atrás tive um sonho bastante confuso, como aliás são os sonhos em geral, passam como diapositivos de uma cena a outra, que aparentemente não têm qualquer sentido, mas na realidade dizem-nos algo.

Este ultimo revelava os 10 medos ou receios fundamentais da pessoa humana, que são os seguintes:

01.º - Medo de entrar em contradição;
02.º - Medo de ser testado;
03.º - Medo de ser explorado;
04.º - Medo da Insegurança;
05.º - Medo da humilhação e do preconceito;
06.º - Medo de não ser amado;
07.º - Medo do isolamento;
08.º - Medo de errar;
09.º - Medo da injustiça;
10.º - Medo de  incerteza ou da mudança.

Há que ter em conta que estes medos, poderiam estar numa ordem diferente, ou incluir outros, caso sejam analisados de outra forma ou por outra pessoa, poderíamos por exemplo colocar de acordo com a ordem da Pirâmide das Necessidades de Maslov.

Autor Filipe de Freitas Leal

Sobre o Autor

Filipe de Freitas Leal nasceu em Lisboa, em 1964, estudou Serviço Social pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa. Estagiou como Técnico de Intervenção Social numa Instituição vocacionada à reinserção social de ex-reclusos e apoio a famílias em vulnerabilidade social, é blogger desde 2007, de cariz humanista, também dedica-se a outros blogs de temas diversos.

sábado, 22 de agosto de 2015

ZonaEuro - Portugal Cresce Menos que a Grécia

O crescimento da economia para Portugal no segundo trimestre de 2015 é de 0,04 % superior em 0,01% que a média da Zona-Euro, mas esse crescimento já sem a Troika e sem um novo resgate, é ainda assim, inferior ao crescimento da economia da Grécia, que chegou aos 0,08%, mesmo com o governo do Syriza e da instabilidade que se instalou em Atenas culminando num novo resgate.

Há que ter cuidado com os discursos políticos em época de campanha eleitoral, para as legislativas que se realizam em Portugal, não se deixem enganar com discursos falsos de crescimento económico, pois os dados falam por si, visto que o que tem ajudado ao tímido crescimento da economia portuguesa, é tão somente a recuperação económica do maior cliente de Portugal, a Espanha, que atingiu 1% e está 0.07% acima da média europeia.

Quanto ao desemprego, a maquilhagem é sempre a mesma, obrigar os desempregados a fazer cursos de formação, deixam de ser desempregados e passam a ser alunos.

Autor Filipe de Freitas Leal

Sobre o Autor

Filipe de Freitas Leal nasceu em Lisboa, em 1964, estudou Serviço Social pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa. Estagiou como Técnico de Intervenção Social numa Instituição vocacionada à reinserção social de ex-reclusos e apoio a famílias em vulnerabilidade social, é blogger desde 2007, de cariz humanista, também dedica-se a outros blogs de temas diversos.

segunda-feira, 17 de agosto de 2015

O Brasil Numa Encruzilhada Política

O Brasil está num dilema. Tal como está. não pode ficar, pelo que precisa urgentemente de mudar o seu sistema político para evitar entrar em encruzilhadas perigosas.
Exigir na rua que Dilma saia do poder é legitimo, mas não é vinculativo, o que é vinculativo é o voto.
Não pode haver um impeachment, sem acusação formal por parte de um tribunal, apoiado em indícios de crimes graves que por ventura tenham ocorrido durante o exercício das funções da Presidente; caso contrário o que cai por terra é a credibilidade da política brasileira a nível internacional, com o agravamento da situação económica. que já se esta a fazer sentir.
Se querem destituir o governo, tem de criar um sistema parlamentarista, mas para haver estabilidade política têm de haver a bipolarização de duas forças que garantam a alternância democrática do poder politico, tal como ocorre na maioria dos países desenvolvidos.
Normalmente graves crises politicas, geram graves crises económicas, e é o que se passa no Brasil hoje, o gigante está doente e precisa ser cuidado.
O Brasil precisa de uma reforma do seu sistema politico e partidário.

Autor Filipe de Freitas Leal

Sobre o Autor

Filipe de Freitas Leal nasceu em Lisboa, em 1964, estudou Serviço Social pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa. Estagiou como Técnico de Intervenção Social numa Instituição vocacionada à reinserção social de ex-reclusos e apoio a famílias em vulnerabilidade social, é blogger desde 2007, de cariz humanista, também dedica-se a outros blogs de temas diversos.

 
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