A Origem do Conflito Israelo-Árabe!
Muitas vezes acredita-se que o conflito no Médio Oriente teve início em 1948. No entanto, um olhar atento à história revela que esta é, na verdade, uma tragédia de milénios, onde camadas teológicas e políticas se sobrepuseram.
Solidariedade é a essencia da Justiça Social
Para que uma sociedade se desenvolva em justiça social é fundamental a cultura da solidariedade.
quinta-feira, 29 de janeiro de 2026
EUA X IRÀO - Guerra ou Pressão ?
terça-feira, 20 de janeiro de 2026
Eleições em Portugal: Seguro Vs. Ventura.
É precisamente este tipo de rigidez ideológica, em defesa da ortodoxia, (algo próprio das religiões) que fez com que a Esquerda mais radical perdesse estas eleições de uma forma humilhante. A Esquerda parece que vive fora da realidade algo quase patológico.
E por fim, não é preciso ser de esquerda nem de direita para se defender a democracia, princípios e valores humanistas que de resto os democratas-cristãos há muito tempo têm, basta ver a Encíclica Rerum Novarum do Papa Leão XIII no fim do século XIX e que serviu de base à fundação da Democracia Cristã em Itália,
Não sei se Ventura será eleito. Penso que não, tal como o Miguel Morgado, que nesta luta uma grande parte dos eleitores da direita e centro-direita votarão no Seguro, o que não quer dizer que não seja uma luta renhida. Mas o discurso por vezes mono-temático e radical de André Ventura não é um discurso transversal. Não nos esqueçamos que os liberais não se prendem por discursos mono-temáticos ou excessivamente radicais do ponto de vista ideológico, eles querem é pragmatismo estão-se nas tintas para leis de imigração desde que os imigrantes ganhem pouco e dêem lucro, para os Liberais a Pátria é a União Europeia, o Euro e a Bolsa de Valores. Discursos do ventura não dão lucro.
E os demais partidos são a grosso modo mais do mesmo, com um verniz socializante mas só mesmo de fachada. O próprio Seguro é um liberal.
Quanto ao Almirante Gouveia e Melo, creio que ele esperava ser o novo Ramalho Eanes, e obter como há 50 anos, o apoio das forças democráticas do PS, PSD e CDS, mas o PSD não teve coragem de apoiar a candidatura transversal como o Almirante pretendia, e sem apoios partidários o discurso de Gouveia e Melo foi fraco, periclitante, vazio, porque tentou não se comprometer demasiado e quis agradar a gregos e troianos. E assim o PSD mereceu esta derrota ( para aprender a dar a palavra às bases) E com esta derrota, Montenegro colocou a sua imagem e o próprio PSD em perigo, e até pode ser substituído pelo Chega e a IL nas próximas eleições.
O Almirante naufragou numas eleições em que não serviu para ser o novo Ramalho Eanes com o eixo-democrático e nem o novo Américo Thomaz em Belém com o Ventura em São Bento.
Se Ventura for eleito, o que eu acho difícil, ele terá então um desafio enorme, o de ultrapassar a imagem de extremista que não é de todo aceitável na UE, vai ter que lidar com dossiers muito para além da imigração, e não poderá se posicionar contra os compromissos assumidos por Portugal nos governos anteriores. Ou seja, terá que fazer uma metamorfose, indo de Salazar a Georgia Meloni. Deixar de lado a linguagem agressiva e apresentar uma imagem moderada, assertiva e diplomática.
António José Seguro tem tudo o que precisa para agradar a quase todos como queria o Almirante, é que seguro é na verdade um líder fraco, um hesitante, aliás no PS líderes de punho só me lembro de dois, goste-se ou não , foram Mário Soares e José Sócrates, os demais líderes foram hesitantes como António Guterres que se queixava do pântano, mas o pântano era a sua falta de punho nas decisões políticas e partidárias.
Voltando à questão central deste texto que já vai longo, creio que a ascensão de André Ventura a Belém, seria o início da "Era da Incerteza" em Portugal em particular para o PSD e o PS, bem como do início de crises políticas que culminariam em dissoluções do Parlamento que fizessem Ventura beneficiar o seu partido em eleições legislativas. Mas ao contrário do que se diz, Ventura não é um fascista, nem um perigo para a democracia porque claramente ele não governaria em Ditadura.
Eu pessoalmente prefiro mil vezes Ventura como Primeiro Ministro para mostrar o que de facto vale, do que como Presidente que tem que ser para todos os portugueses e não apenas para uma parcela de portugueses que votaram nele.
Sobre o Autor
Filipe de Freitas Leal nasceu em Lisboa, em 1964, é licenciado em Serviço Social pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa, com Pós-graduação em Políticas Públicas e Desigualdades Sociais, frequentou o Mestrado de Sociologia na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Estagiou com reinserção social de ex-reclusos e o apoio a famílias em vulnerabilidade social. É Bloguer desde 2007, tem publicados oito livros de temas muito diversos, desde a Poesia até à Política.
sexta-feira, 16 de janeiro de 2026
Massacres No Irão e Silêncio da Esquerda
Por onde andas ó Esquerda que tanto lutas pelos Direitos Humanos?
Onde estás Greta Thunberg, porque te calas ó Mariana Mortágua, e porque não se fazem Flotilhas pelo povo martirizado no Irão?
E os governantes e líderes de Esquerda, o que dizem, o que vão dizer e fazer Sanchez, Lula, Guterres, António Costa, Melanchon, entre outros em defesa do povo iranano?
Será porque o Irão que atropela os direitos humanos, persegue as mulheres e mata manifestantes é o mesmo Irão que defende a Palestina, financia os terroristas do Hezbollah e do Hamas, será o mesmo Irão que a Esquerda tanto ama e defende?
Será porque o Aiatolá Khamenei era o melhor amigo de Maduro, um caudilho esquerdista corrupto e acusado de transformar a Venezuela num Narco-estado?
Porque se cala a Esquerda quando morrem às centenas, talvez já milhares? É porque o Irão é o maior inimigo de Israel ?
Ao fim e ao cabo, o que é a Esquerda hoje?
Que raio de Esquerda é esta que luta pela Palestina e abandona as iranianas. Afinal não somos todos iguais?
Se a resposta for sim, então, equivale a dizer que esta nova Esquerda de hoje é cúmplice e cobarde, e que preferiu trocar os manuais humanistas e da luta de classes pelos "Protocolos dos Sábios de Sião".
Sobre o Autor
Filipe de Freitas Leal nasceu em Lisboa, em 1964, é licenciado em Serviço Social pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa, com Pós-graduação em Políticas Públicas e Desigualdades Sociais, frequentou o Mestrado de Sociologia na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Estagiou com reinserção social de ex-reclusos e o apoio a famílias em vulnerabilidade social. É Bloguer desde 2007, tem publicados oito livros de temas muito diversos, desde a Poesia até à Política.
sexta-feira, 9 de janeiro de 2026
Novos Conflitos na Geopolítica
Se a URSS, o Pacto de Varsóvia, o COMECOM e o Comunismo caíram em simultâneo no ano de 1991, deixando então de ser uma ameaça para o Ocidente, porque é que a NATO/OTAN permaneceu e expandiu-se ainda mais, até às fronteiras com a Rússia? Será que se a NATO já não existisse não teria havido guerra na Ucrânia?
Da mesma forma, a União Europeia expandiu-se para leste, mas também aqui, para além da parceria na Nord Stream, a Rússia sempre foi posta de lado e a subserviência europeia a Washington nunca foi posta em causa. Os países europeus do COMECOM poderiam ter aderido à UE tal como os países do Pacto de Varsóvia poderiam ter aderido à NATO/OTAN promovendo cooperação e intercâmbios para uma nova era de desenvolvimento. Mas não foi isso que aconteceu.
Com a ilusão da paz, e o boom económico da UE, a Europa optou pelo Soft power e desmilitarizou-se e assim, entregou à NATO/OTAN (EUA) a sua defesa, e na mesma época deslocalizou para a China muito da sua indústria e know how (fábricas) permitindo que esta viesse a ser a grande talvez já a maior potência económica, política e militar que é hoje, com o ser Hard Power.
E sim, é claro que se de facto houver a anexação da Groenlândia, aí sim, será o fim da NATO/OTAN, mas será mais do que isso, será o abandono da Europa à sua sorte. O ataque à Venezuela e o derrube de Maduro, bem como ameaças a outras áreas perto dos EUA são um sinal inequívoco disso.
E é claro que trata-se de uma guerra geopolítica num mundo que entrou em desequilíbrio, visto que até 1991, haviam duas superpotências, até que veio a queda do gigante urso soviético, depois por algum tempo só a Águia americana voo altaneira. Mas passadas três décadas e uma revolução tecnológica, o mundo passou a ser multipolar. Há sim uma disputa surda e feroz no Oceano Ártico por rotas abertas com o degelo. Há sim uma redefinição de posições no tabuleiro do xadrez das relações internacionais e está a ser obviamente feita com conflitos e provocações.
Sobre o Autor
Filipe de Freitas Leal nasceu em Lisboa, em 1964, é licenciado em Serviço Social pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa, com Pós-graduação em Políticas Públicas e Desigualdades Sociais, frequentou o Mestrado de Sociologia na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Estagiou com reinserção social de ex-reclusos e o apoio a famílias em vulnerabilidade social. É Bloguer desde 2007, tem publicados oito livros de temas muito diversos, desde a Poesia até à Política.
segunda-feira, 5 de janeiro de 2026
Queda de Maduro e a Nova Ordem Mundial
É ingénuo pensar que o que aconteceu na Venezuela seja só por causa do Petróleo, ou do Narcotráfico. Não foi nada disso, o que está por trás disto é algo muito maior, trata-se de um jogo de domínio político na redefinição de uma Nova Ordem Mundial.
Todos sabem que o Petróleo é um ativo poderoso no Xadrez Político e económico global, não se trata apenas de os EUA passarem a ter mais barris, mas num jogo geopolítico, equivale a decidir para quem será vendido e a que preço. Isto significa que os países que são aliados de Maduro terão menos petróleo, ou terão problemas de inflação e instabilidade com o aumento do preço.
Mas sejamos francos, apesar disto, de que seja Geopolítica, redefinição de uma Nova Ordem Mundial ou o mero interesse geo-estratégico pelo controlo da maior reserva petrolífera (e isto tudo é verdade, admito) temos que olhar o lado positivo disto. Primeiro, a Venezuela com o Regime de Maduro não era um Estado de Direito mas sim um Regime de Exceção, Segundo, o país hoje está livre de um Caudilho, um facínora torcionário que perseguiu, prendeu e torturou os seus opositores e hoje já pode aspirar a ser uma democracia plena. Maduro há muito que deveria ter sido derrubado por um Golpe de Estado, até porque além disso nem sequer foi de facto eleito, fez a maior fraude eleitoral da história de que há memória até hoje.
Creio também que estamos a assistir ao fim da globalização e a ver o mundo a ser dividido em "Quintais" outra vez, ou seja está a redefinir-se uma clara luta por zonas de influência. É neste contexto, a Europa poderá perder ainda mais a capacidade de influencia.
Também é ingénuo pensar que o Regime de Maduro era ele mesmo. Não era, ele era uma peça no Xadrez de influência e interesses de um bloco específico na Geopolítica. Cuba, Rússia, Irão, China. Hoje essa peça do Xadrez caiu, em parte por culpa própria ao perder apoio popular devido à forma ditatorial com que governou e à falta de legitimidade, ao usurpar a Presidência, através de uma fraude eleitoral, falsificando os resultados das eleições, que de facto perdeu.
Sim. Tendo em conta que um dos principais aliados do Putin era a Venezuela e Maduro, e que a Venezuela era um dos principais fornecedores de Petróleo para a Rússia. Isto diz tudo e faz sentido. Como disse, trata-se não só de os EUA controlarem a área Geopolítica nas Américas, mas também definir para quem vai e a que preço vai o Petróleo da Venezuela. Outro país que será afetado, obviamente é Cuba.
Sobre o Autor
Filipe de Freitas Leal nasceu em Lisboa, em 1964, é licenciado em Serviço Social pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa, com Pós-graduação em Políticas Públicas e Desigualdades Sociais, frequentou o Mestrado de Sociologia na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Estagiou com reinserção social de ex-reclusos e o apoio a famílias em vulnerabilidade social. É Bloguer desde 2007, tem publicados oito livros de temas muito diversos, desde a Poesia até à Política.
domingo, 28 de dezembro de 2025
O Dilema da Europa: Federalismo Vs. Nacionalismo
Para preservar a Europa, será necessário que a União Europeia (UE) volte a ser apenas como a Comunidade Económica Europeia (CEE), não na dimensão das fronteiras, mas na forma como estava organizada; além disso, os países devem permaner independentes e soberanos, que tenham o pleno controlo de fronteiras, que sejam livres nas políticas de imigração, bem como a Constituição Nacional de cada país membro esteja claramente acima das Normativas europeias.
Portanto, a Comissão Europeia deve abandonar a sua doutrina Neoliberal, que é a génese da atual crise sócioeconomica em toda a Europa, e deve ser subordinada às decisões dos Governos soberanos dos Países membros e não o contrário.
Porquê? É simples. Porque o problema da Europa, em particular a Comissão da UE, é que não só é Neoliberal, e com isso visa um mercado económico e financeiro alargado, e para esse fim, tenta a todo o custo erradicar os Nacionalismos e destruir as Nações para transformar esse Mercado Alargado num País equivalente aos EUA na Europa.
Talvez eu até corra o risco de ser censurado, pois hoje, os Tribunais estão a fazer uma jurisprudência muito má, na medida que não estão apenas a limitar-se a impor o cumprimento da Lei, mas a fazer um juízo de valores subjetivos e isso, além de não competir aos Tribunais, é uma forma de censura e de restrição da democracia no que toca à Liberdade de Expressão.
Este é o meu pensamento, sinceramente é a minha forma de ver a questão, além disso, obviamente, não sou dono de nenhuma verdade absoluta, e admito que em parte posso estar errado.
No entanto, eu ou qualquer outra pessoa, que ao defender a Soberania nacional e o regresso da UE ao que era a CEE, podemos ser censurados, e para desacreditar a nossa opinião, basta rotulá-la e denominá-la de fascista, racista, nacionalista e xenófoba.
Sobre o Autor
Filipe de Freitas Leal nasceu em Lisboa, em 1964, é licenciado em Serviço Social pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa, com Pós-graduação em Políticas Públicas e Desigualdades Sociais, frequentou o Mestrado de Sociologia na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Estagiou com reinserção social de ex-reclusos e o apoio a famílias em vulnerabilidade social. É Bloguer desde 2007, tem publicados oito livros de temas muito diversos, desde a Poesia até à Política.
sábado, 1 de março de 2025
A Armadilha de Trump contra Zelensky
O Aparato do desentendimento foi tal, que até a embaixatriz da Ucrânia Oksana Markarova, levou a mão ao rosto e maneou a cabeça em sinal de perplexidade e vergonha pelo ato deplorável com que tudo se passou e sobretudo porque tudo aquilo foi programado, sabiam muito bem o que iam fazer e quiseram destruir a imagem de Zelensky.
Sobre o Autor
Filipe de Freitas Leal nasceu em Lisboa, em 1964, é licenciado em Serviço Social pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa, com Pós-graduação em Políticas Públicas e Desigualdades Sociais, frequentou o Mestrado de Sociologia na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Estagiou com reinserção social de ex-reclusos e o apoio a famílias em vulnerabilidade social. É Bloguer desde 2007, tem publicados oito livros de temas muito diversos, desde a Poesia até à Política.
segunda-feira, 9 de dezembro de 2024
Síria - A Queda de Bashar Al Assad
Na Síria, a população celebrou nas ruas de Damasco e de forma efusiva, o fim de uma ditadura de mais de cinco décadas. O regime sírio do Partido Socialista Baath e do Presidente Bashar Al Assad caiu, obrigando Assad a abandonar o Poder e fugir de avião no domingo dia 8 de dezembro, este facto é para os seus adversários e inimigos uma boa noticia, mas não para os seus aliados principais a Rússia de Putin que perde um aliado na região, e para o Irão dos Ayatollás, porque a queda de Assad estanca o fornecimento de armas para as organizações terroristas como o Hezbollah e o Hamas, e corta a ligação aos seus próxis, além de ter a imagem do regime afetada.
Israel e a Turquia são os principais beneficiários da derrocada da ditadura da despótica família Assad, que estava no poder desde 1970. O Enfraquecimento do Irão beneficia o combate de Israel contra o Hamas e o Hezbollah, a Turquia beneficia porque viu-se livre de um adversário de longa data, mas os Estados Unidos ganham em toda a linha na medida em que destronaram a Rússia das suas posições no Médio Oriente, surgem no entanto, novas dúvidas quanto ao futuro. Ou seja, até quando este cenário da saída de Bashar Al Assad será motivo para celebrar, ou antes, a entrada num novo capitulo de guerras infindáveis.
Quem são os vários grupos que se uniram para derrubar Assad, quem poderá garantir a paz e um governo de transição, e que garantias há para as minorias étnicas e sobretudo a minoria de cristãos assírios ou mesmo a população xiita da Síria face ao novo poder sunita?; Ou seja, a verdade sobre a resposta a estas perguntas é a incerteza, pois levanta-se um veu que nos esconde o futuro em relação à paz ou à guerra naquele país já de si muito castigado por uma guerra civil que se iniciou em 2011 e continuou até aos dias de hoje. É grande o receio de que haverá mais uma vez uma nova fase da guerra sangrenta para que se clarifique quem governará a Síria e em que moldes.
Poe outras palavras, os benefícios da vitória dos rebeldes tendem a ser efêmeros, e uma guerra civil no vazio do poder pode ser o que faltava para acabar de incendiar o Médio Oriente e alastrar o conflito a outras zonas. Esperemos que não, mas os EUA e Israel poderão ter que fazer o serviço de limpeza envolvendo-se no conflito para apoiar o grupo que melhor satisfaça os seus interesses geoestratégicos contra a Rússia e o Irão, e até que ponto, estes não irão também eles apoiar um grupo e envolver-se no conflito?
quinta-feira, janeiro 29, 2026
Filipe de Freitas Leal








