sábado, 5 de outubro de 2024

Protestos Pró-Palestina por todo o mundo.


Na véspera do primeiro aniversário do massacre de 7 de outubro, houve um pouco por todo o mundo, e em particular nas principais capitais europeia, manifestações, as pessoas saíram à rua em defesa da autodeterminação da Palestina e para condenar a guerra em Gaza e no Líbano levada a cabo por Israel, desde o dia 8 de outubro de 2023, após os massacres de 1300 pessoas no maior pogrom de que há noticia, e ainda por cima, cometido dentro do território israelita no fatídico dia 07 de outubro daquele ano. Do Papa Francisco ao Secretário Geral da ONU António Guterres, passando por Emanuel Macron, entre outros líderes, pediram o Cessar fogo imediato e temem ainda mais consequências após o ataque que Israel está na iminência de fazer, na sequencia do ataque sofrido no dia 1 de outubro passado.

A comunidade internacional no geral, e a grande imprensa em particular, têm vindo a criticar uma atuação desproporcional de Israel, chegando mesmo a acusar o Estado Judaico de genocídio contra o povo palestiniano, pelo que já contabilizaram 42 mil mortos em Gaza desde o inicio das hostilidades, sendo desse número um total de 15 mil era operacionais treinados do Hamas.

A comunidade internacional entende que Israel não deveria atacar sabendo que muito provavelmente haverá sempre um número elevado de palestinianos civis atingidos pelas bombas que se destinam aos terroristas. Alguns dos alvos a abater eram estruturas hospitalares que tinham abrigos e esconderijos do Hamas dentro das suas instalaçõs.

É de salientar a diferença de atitude dos militares israelitas e dos militantes terroristas, que é o facto de que o Hamas não proteger a população de Gaza, antes pelo contrário, entende que quanto maior for o número de vítimas, tanto mais apoio terão do ocidente. E é precisamente isso que se está a passar.

Autor Filipe de Freitas Leal

Sobre o Autor

Filipe de Freitas Leal nasceu em Lisboa, em 1964, é licenciado em Serviço Social pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa, com Pós-graduação em Políticas Públicas e Desigualdades Sociais, frequentou o Mestrado de Sociologia na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Estagiou com reinserção social de ex-reclusos e o apoio a famílias em vulnerabilidade social. É Bloguer desde 2007, tem publicados oito livros de temas muito diversos, desde a Poesia até à Política.


sexta-feira, 4 de outubro de 2024

Montenegro Cede ao PS para viabilizar OE25


O governo do Primeiro Ministro português Luís Montenegro, apoiado pela Aliança Democrática (AD) encurralou o líder da oposição, o Partido Socialista (PS) ao apresentar uma proposta irrecusável por ter aceite as exigências dos socialistas para o Orçamento de Estado de 2025, que consistiam na não redução do IRC para as empresa e numa medida especifica sobre o IRS Jovem. Após esta jogada política de Montenegro, não há margem de manobra para os socialistas não aceitarem este orçamento, se o PS recusar ou se se abstiver e acabar por atirar o país para novas eleições, isto viria a trazer consequências para o PS que seria penalizado. Outra leitura que se faz desda aproximação do governo ao PS, é o isolamento do partido de Direita o Chega, liderado por André Ventura e que tem vindo a ser marginalizado, pois é na verdade o maior concorrente da área politica do maior partido do governo, o Partido Social Democrata (PSD).

Analistas políticos de várias correntes, afirmam que o Primeiro Ministro Luís Montenegro teve um grande sentido de Estado em tentar garantir a aprovação do OE25 e de evitar uma crise de instabilidade política que claramente os portugueses não desejam. Todavia a Esquerda mais à Esquerda do PS irá votar contra o OE25, bem como os partidos de direita já vieram criticar o orçamento dizendo-que se trata de uma politica semelhante entre PSD-PS.

Autor Filipe de Freitas Leal

Sobre o Autor

Filipe de Freitas Leal nasceu em Lisboa, em 1964, é licenciado em Serviço Social pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa, com Pós-graduação em Políticas Públicas e Desigualdades Sociais, frequentou o Mestrado de Sociologia na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Estagiou com reinserção social de ex-reclusos e o apoio a famílias em vulnerabilidade social. É Bloguer desde 2007, tem publicados oito livros de temas muito diversos, desde a Poesia até à Política.

Para os Terroristas não há linhas vermelhas




Não existem "linhas vermelhas" para o terrorismo. O terrorista é o agente da invisibilidade cuja violência ostensiva visa paralisar populações e governos pelo trauma. O seu método é a barbárie: o sequestro de civis, a violação sistemática, o infanticídio e o assassinato de idosos; o seu rastro é o da destruição de infraestruturas e do saque da propriedade privada.
Financiados pelo narcotráfico, pela pirataria e por ditaduras agressoras, estes grupos paramilitares são compostos por combatentes sem farda que ignoram deliberadamente as Convenções de Genebra. Enquanto os Estados Soberanos estão presos aos tratados internacionais que regulam a legitimidade da guerra, os grupos terroristas utilizam a ausência de limites como uma arma estratégica. Surge, então, a questão fundamental: se apenas um dos lados respeita as leis da guerra, como se combate eficazmente o terror sem comprometer a integridade das próprias democracias?
Independentemente da sigla, da retórica ou da ideologia, a essência do terrorismo é universal e indiferenciada. Quer se chamem Hezbollah ou Hamas, ISIS ou Daesh, IRA ou ETA, Brigate Rosse ou FARC — sejam de extrema-esquerda ou extrema-direita, ateus ou religiosos — todos convergem para o mesmo ponto. O terrorismo reduz-se, em última análise, à sua natureza letal, ao enriquecimento ilícito através do crime e à vaidade pseudo-messiânica de líderes que sacrificam vidas alheias no altar do poder.

Autor Filipe de Freitas Leal

Sobre o Autor

Filipe de Freitas Leal nasceu em Lisboa, em 1964, é licenciado em Serviço Social pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa, com Pós-graduação em Políticas Públicas e Desigualdades Sociais, frequentou o Mestrado de Sociologia na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Estagiou com reinserção social de ex-reclusos e o apoio a famílias em vulnerabilidade social. É Bloguer desde 2007, tem publicados oito livros de temas muito diversos, desde a Poesia até à Política.

quarta-feira, 2 de outubro de 2024

António Guterres: A Crise de Legitimidade da ONU em Israel



A decisão do governo de Israel em declarar o Secretário-Geral da ONU, António Guterres, como persona non grata a 2 de outubro de 2024, representa o ápice de uma relação diplomática em ruínas. Ao ser impedido de entrar em solo israelita, Guterres tornou-se o rosto de uma organização cuja imparcialidade é hoje severamente questionada. O pretexto imediato para esta sanção foi a ausência de uma condenação clara e inequívoca de Guterres ao ataque massivo de mísseis balísticos lançado pelo Irão contra Israel no dia anterior.
A insatisfação de Israel não é súbita. Remonta a outubro de 2023, quando Guterres proferiu a polémica afirmação de que os massacres de 7 de outubro "não aconteceram no vácuo". Para muitos, essa tentativa de contextualização histórica foi interpretada como uma relativização inaceitável da barbárie. O cargo de Secretário-Geral exige uma defesa intransigente de qualquer Estado soberano vítima de agressão, especialmente quando o ataque provém de organizações que visam a aniquilação total desse Estado.
A imagem da ONU agravou-se com o escândalo da UNRWA. A eliminação de Fateh Sherif Abu el-Amin, em setembro de 2024, revelou uma realidade perturbadora: o líder do Hamas no Líbano acumulava funções como funcionário graduado e presidente da associação de professores da agência da ONU em Tiro. Esta infiltração terrorista nas estruturas humanitárias expõe uma permeabilidade institucional que mina a credibilidade das Nações Unidas.
Neste cenário, a posição de Guterres é vista por Israel como uma capitulação moral. Ao falhar na condenação enérgica das agressões iranianas e ao presidir a uma organização infiltrada por elementos terroristas, o Secretário-Geral isolou-se. A crise de confiança é profunda: quando a agência que deveria promover a paz abriga líderes do terror, e o seu líder máximo hesita em condenar ataques estatais, o futuro da ONU como mediadora no Médio Oriente fica irremediavelmente comprometido
Autor Filipe de Freitas Leal

Sobre o Autor

Filipe de Freitas Leal nasceu em Lisboa, em 1964, é licenciado em Serviço Social pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa, com Pós-graduação em Políticas Públicas e Desigualdades Sociais, frequentou o Mestrado de Sociologia na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Estagiou com reinserção social de ex-reclusos e o apoio a famílias em vulnerabilidade social. É Bloguer desde 2007, tem publicados oito livros de temas muito diversos, desde a Poesia até à Política.

terça-feira, 1 de outubro de 2024

Israel x Palestina - O Erro dos Árabes em 1948


O maior erro do mundo árabe, foi não ter aceitado a solução dos dois Estados em 1947, inclusive não permitiram aos palestinianos que aceitassem ter o seu próprio Estado, porque aceita-lo era automaticamente reconhecer o Estado Judeu. esta é a verdade sobre o conflito Israelo-árabe. Mas Israel teve que se defender, de todos os ataques que sofreu desde 1948.

Até ao massacre hediondo perpetrado pelo Hamas (mandatário do Irão) em 07/10/24 que Israel estava a viver uma paz podre com os seus inimigos, foi como um cessar fogo que durou 9 anos, hoje passado quase um ano após o massacre, chovem bombas do Irão em todo o Israel, mas a resposta não tardará para ensinar aos Antissemitas o que é Israel e o quanto vale o povo israelita.

Uma das figuras que é emblemática no sentido de não aceitar a criação de um Estado Muçulmano Árabe-Palestiniano ao lado de um Estado Judaico foi o Grão-Mufti de Jerusalém Amin al-Husayni, (foto ao lado) um muçulmano que se exilou na Alemanha durante o III Reich e foi recebido por Adolf Hitler. Husayni entendia que não poderia existir um Estado não islâmico no Dar al-Islam, ou seja, o solo sagrado dos muçulmanos.

Mas Israel aceitara a resolução 181 e proclamou a independência no dia 14 de maio de 1948, o dia seguinte ao fim do Mandato Britânico para a Palestina, só que os britânicos saíram sem ter resolvido o problema, a consequência foi que no dia 15 de maio, os outros países árabes que não aceitaram a criação do Estado de Israel, como o Egito, Iraque, Líbano, Síria e Transjordânia decidiram invadir Israel a fim de desmantelar o novo país, mas perderam a guerra e Israel segiu em frente até aos dias de hoje.

Autor Filipe de Freitas Leal

Sobre o Autor

Filipe de Freitas Leal nasceu em Lisboa, em 1964, é licenciado em Serviço Social pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa, com Pós-graduação em Políticas Públicas e Desigualdades Sociais, frequentou o Mestrado de Sociologia na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Estagiou com reinserção social de ex-reclusos e o apoio a famílias em vulnerabilidade social. É Bloguer desde 2007, tem publicados oito livros de temas muito diversos, desde a Poesia até à Política.

sábado, 28 de setembro de 2024

A Israel Compete o Dever da Legitima Defesa


À luz do Direito Internacional, os Estados soberanos não detêm apenas a prerrogativa de responder a uma agressão militar; eles têm a obrigação de o fazer. É o dever indeclinável de qualquer governo proteger o seu povo, evacuar civis de zonas de perigo e neutralizar a ameaça através de uma resposta militar proporcional e necessária. É precisamente este o exercício que Israel tem levado a cabo desde o fatídico 7 de outubro: uma defesa legítima contra as agressões do Hamas e do Hezbollah, ambos braços armados da estratégia regional do Irão.
Perante esta clareza jurídica, o ruído das manifestações que tentam deslegitimar a resposta israelita revela uma contradição profunda: ao atacar o direito de defesa de Israel, estes movimentos estão, na prática, a deslegitimar o próprio Direito Internacional e a oferecer uma cobertura moral ao terrorismo.
No que toca aos danos colaterais, existe uma distinção ética e operacional que muitos escolhem ignorar. Enquanto Israel investe recursos vultuosos na evacuação de cidades e na proteção dos seus cidadãos, os grupos terroristas adotam a estratégia inversa. Misturam-se deliberadamente com a população civil, utilizando-a como escudo humano para maximizar o número de vítimas em caso de contra-ataque. De acordo com o Direito Internacional, o uso de escudos humanos não anula a legitimidade do alvo militar; pelo contrário, a responsabilidade moral e jurídica pelas mortes civis recai sobre quem utiliza a população como proteção.
Finalmente, aos que contestam o direito de Israel à sobrevivência, deixo uma pergunta direta: e se fosse no vosso país? Se cidades no Reino Unido, na França, na Espanha ou no Brasil fossem invadidas e as suas populações massacradas, o que fariam os seus governos? Ficariam de braços cruzados a assistir ao extermínio de inocentes em nome de uma falsa neutralidade?
Obviamente que não. Todos estes Estados agiriam sob o amparo do Artigo 51.º da Carta das Nações Unidas, que consagra o Direito Inerente de Legítima Defesa a todos os membros da ONU. Israel não está a pedir um privilégio; está apenas a exercer um direito universal, o qual cabe a todo e qualquer Estado soberano, que não pode e nem deve abdicar.
Autor Filipe de Freitas Leal

Sobre o Autor

Filipe de Freitas Leal nasceu em Lisboa, em 1964, é licenciado em Serviço Social pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa, com Pós-graduação em Políticas Públicas e Desigualdades Sociais, frequentou o Mestrado de Sociologia na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Estagiou com reinserção social de ex-reclusos e o apoio a famílias em vulnerabilidade social. É Bloguer desde 2007, tem publicados oito livros de temas muito diversos, desde a Poesia até à Política.

Morreu Nasrallah após bombardeio das IDF


O gigantesco bombardeamento ao Quartel General do Hezbollah em Beirute no Líbano, ocorrido na tarde do dia 27 de setembro, eliminou Hassan Nasrallah, o líder máximo do Hezbollah, mesmo dez horas após o ataque o grupo terrorista libanês não assumia a morte do líder, mas afirmava que tinha perdido o contacto com Nasralah e não sabia do seu paradeiro. No dia 28 pela manhã as IDF, o exército israelita, confirmava a morte do seu inimigo número um, que teria sido o objetivo fundamental dos ataques aéreos, e que com a morte de Nasrallah a confirmar-se será uma viragem significativa no curso do conflito e um grande golpe para a organização terrorista apoiada pelo Irão. Hoje pela manhã o grupo terrorista confirmava a morte do seu líder após encontrar os seus restos mortais nos escombros.

Do lado Israelita, Benyiamin Netanyiahu que foi quem deu a ordem do ataque cirúrgico que matou Nasrallah, quebrou o silêncio e afirmou que "condição essencial" para que Jerusalém atingisse os seus objetivos de guerra";
Do lado americano, Joe Biden afirma que ""Hassan Nasrallah e o grupo terrorista que liderou, o Hezbollah, mataram centenas de americanos durante um reino de terror que durou mais de quatro décadas. A sua morte num ataque aéreo israelita é uma medida de justiça para muitas das suas vítimas, incluindo milhares de civis americanos, israelitas e libaneses".

Autor Filipe de Freitas Leal

Sobre o Autor

Filipe de Freitas Leal nasceu em Lisboa, em 1964, é licenciado em Serviço Social pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa, com Pós-graduação em Políticas Públicas e Desigualdades Sociais, frequentou o Mestrado de Sociologia na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Estagiou com reinserção social de ex-reclusos e o apoio a famílias em vulnerabilidade social. É Bloguer desde 2007, tem publicados oito livros de temas muito diversos, desde a Poesia até à Política.


quinta-feira, 26 de setembro de 2024

Falta a Portugal um Grande Projeto Nacional

Portugal tem estado no caminho errado, mas poderá voltar a ser grandioso, se forem grandiosas as ambições dos empresários dos políticos e do povo português, não basta amar o país é preciso ter ambição, patriotismo e pensar o futuro em grande para realizar um grande projeto nacional.

É preciso haver políticas de apoio às famílias portuguesas, na natalidade, na habitação, também aos jovens recém-licenciados apoio na empregabilidade, no empreendedorismo na área da inovação e das tecnologias de ponta. É preciso repovoar o interior e cativar os jovens portugueses a permanecer em Portugal e engrandecer a Pátria.
Mas para quando? E quem levará este ideal avante? Quem está disposto a defender esta bandeira? Pois o Futuro não se faz só a discutir o Orçamento de Estado, o Orçamento é que deve ser adequado a um projeto nacional suprapartidário.

Enquanto Portugal estiver sem um grande plano de longa prazo para um Projecto Nacional para o futuro, enquanto estiver apenas de mãos estendidas à espera de subsidios europeus, que se perdem nos gabinetes e não chega ao cidadão comum, enquanto não controlar a sua política migratória e disser a Bruxelas que quem manda em Portugal é o governo de Lisboa e não uma comissão qualquer sedeada em Bruxelas, então Portugal já acabou e não deu conta disso.

Falta ainda hoje a Portugal um grande projeto nacional, a produtividade não depende das horas trabalhadas mas sim do que se produz com a mesma carga horária. Portugal deixou de fabricar navios, comboios, e não temarca.proproa de automóveis. É preciso uma nova política económica e passar a produzir produtos de maior rentabilidade e valor agregado. Só assim os salários serão maiores.

Autor Filipe de Freitas Leal

Sobre o Autor

Filipe de Freitas Leal nasceu em Lisboa, em 1964, é licenciado em Serviço Social pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa, com Pós-graduação em Políticas Públicas e Desigualdades Sociais, frequentou o Mestrado de Sociologia na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Estagiou com reinserção social de ex-reclusos e o apoio a famílias em vulnerabilidade social. É Bloguer desde 2007, tem publicados oito livros de temas muito diversos, desde a Poesia até à Política.

 
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