Tenho uma leve impressão, uma certa intuição de que a escolha do social-democrata Geraldo Alckmin para vice-presidente do Brasil não foi por mero acaso, pode mesmo tratar-se de uma estratégia de poder que se revelará a médio prazo.
Além disso, nem Lula está no seu melhor, e nem o Brasil é o mesmo de há 20 anos, e claro Bolsonaro perdeu as presidenciais mas saiu reforçado nas eleições legislativas e nos protestos de rua, pelo que vai querer voltar com força dentro de quatro anos.
Assim, isto faz-me crer na possibilidade de uma renúncia de Lula a meio do mandato, alegando problemas de saúde, assumindo o Vice-presidente Alckmin que foi Governador do Estado de São Paulo, cargo que exerceu com competência, e se fizer uma boa Presidência terá condições de concorrer sem enfrentar o índice de rejeição que Lula tem, índice esse que poderá aumentar devido aos tempos difíceis que o Brasil irá enfrentar. Neste caso a renúncia serviria para preparar uma candidatura forte capaz de derrotar Bolsonaro em 2026.
Autor Filipe de Freitas Leal
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