Numa folha de papel
em branco,
Com mão firme e a
caneta em punho,
Escrevo um
sentimento franco,
Entre rabiscos num
rascunho,
Como saudades do
futuro,
Ou obscuras
certezas da procura.
Relembro os eternos valores,
Reavivo princípios de
vida,
Que tão fortes como
amores,
Fazem minh'alma não
ser perdida,
E com fé vivo a
esperança,
De que o Eterno que
me dê a confiança.
Luz azul, que um dia me visitou,
De raios áureos,
prata em meu olhar,
A Perplexidade me
imobilizou.
Tomado de e dulcíssima vontade
de orar,
Rogo-te um dom, ó luz
celeste,
Faz reavivar a
minha fé tão pequenina.
(1986)

Autor Filipe de Freitas Leal
segunda-feira, agosto 31, 2015
Filipe de Freitas Leal

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