A Origem do Conflito Israelo-Árabe!
Muitas vezes acredita-se que o conflito no Médio Oriente teve início em 1948. No entanto, um olhar atento à história revela que esta é, na verdade, uma tragédia de milénios, onde camadas teológicas e políticas se sobrepuseram.
Solidariedade é a essencia da Justiça Social
Para que uma sociedade se desenvolva em justiça social é fundamental a cultura da solidariedade.
terça-feira, 19 de abril de 2011
Seminário | Solidariedade Entre Gerações
Vai decorrer em Lisboa o seminário “Solidarity Between Generations” - Solidariedade entre Gerações,
na Universidade Lusíada, durante os dias 28 e 29 de abril de 2011.
Este Seminário, que
é comemorativo do “Dia Europeu da Solidariedade Intergeracional”, tem a sua
organização a cargo da Cooperativa de Solidariedade Social – CO(OP)RAÇÃO e do ISSSL – Instituto Superior de Serviço Social de Lisboa, contando ainda com o apoio da EAPN/Portugal – European Anti-Poverty Network e
com a participação de diversas organizações de solidariedade social europeias.
Este evento une dois
projetos, “Act Age” e “How to Age in Europe” que estão respetivamente no âmbito
dos programas “Juventude em Ação” e “Europa para Cidadãos”, ambos com o
objetivo de levar os europeus a debater e refletir sobre o envelhecimento e a
solidariedade intergeracional.
O Evento está aberto
a todos os profissionais e interessados das áreas da juventude e gerontologia,
sociologia, animação sócio-cultural e serviço social, saúde entre outras, tendo
um custo normal de 10 € e reduzido, de 5 €, para estudantes do ensino
superior.
Para maiores
informações veja no site: http://www.sbg-seminar.eu/ onde
para além de outros recursos importantes, está disponível a inscrição online.
Para mais
informações: e-mail: geral@coracao.org.pt
Tel.: 214 751 410 e
Fax: 214 757 661.
Autor Filipe de Freitas Leal
segunda-feira, 18 de abril de 2011
World Press Cartoon - Sintra 2011
Foi inaugurada no dia 09 de abril em Sintra, a exposição WPC 2011 - World
Press Cartoon, onde são expostas, desenhos e caricaturas do melhor do que se
faz na imprensa internacional, com a participação de 462 artistas de 70 países
diferentes continentes do mundo, em forma de retrospectiva do que se passou no
nosso mundo em 2010, é uma forma de aproximar povos, de abrir a mente a outras
culturas e povos, mas também a um senso critico e a um humor bem apurado, para
criticar-se abertamente as injustiças e desigualdades sociais muitas delas
patentes em desenhos e caricaturas como a da imigração.
O Certame ocorre no Centro Cultural Olga Cadaval em Sintra, onde foram
entregues os prémios deste ano, em que o Grand Prix WPC Sintra 2011 foi
entregue a David Rowe com a e a exposição em si, no edifício ao lado, o MAM
Museu de Arte Moderna de Sintra, e está aberto ao publico até 30 de junho,
tendo entrada livre, estando expostas 822 desenhos e caricaturas de 422
Autor Filipe de Freitas Leal
Autor Filipe de Freitas Leal
Sobre o Autor
Filipe de Freitas Leal nasceu em Lisboa, em 1964, estudou Serviço Social pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa. Estagiou como Técnico de Intervenção Social numa Instituição vocacionada à reinserção social de ex-reclusos e apoio a famílias em vulnerabilidade social, é blogger desde 2007, de cariz humanista, também dedica-se a outros blogs de temas diversos.
Filipe de Freitas Leal nasceu em Lisboa, em 1964, estudou Serviço Social pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa. Estagiou como Técnico de Intervenção Social numa Instituição vocacionada à reinserção social de ex-reclusos e apoio a famílias em vulnerabilidade social, é blogger desde 2007, de cariz humanista, também dedica-se a outros blogs de temas diversos.
sábado, 16 de abril de 2011
Quinzena da Saúde, Solidariedade e Voluntariado
A Câmara Municipal do Barreiro, organizou e
promoveu a “Quinzena da Saúde, Solidariedade e do Voluntariado” tendo decorrido
entre os dias 4 a 15 de Abril, com variadíssimas atividades,
tais como a Exposição sobre “Diabetes Mellitus”, logo no dia 4 a partir das 10h00, no Largo
do Mercado Municipal 1º de Maio, local onde se realizaram a maioria das
iniciativas deste respetivo evento.
Nas datas seguintes, foram ainda feitos
rastreios de diabetes e doenças cardiovasculares e de HIV/ Sida, garantindo-se
a todos os rastreados a absoluta confidencialidade dos resultados. Houve ainda
espetáculos, aulas abertas, palestras sobre voluntariado, visitas a
instituições, uma feira do livro, uma atuação da Corutib – Coro da Universidade
da Terceira Idade do Barreiro, uma Feira da Solidariedade com a participação de
inúmeras IPSS´s e Associações e muito mais.
Para além da Câmara Municipal do Barreiro participam
ainda: Juntas de Freguesia, a Escola Superior de Saúde de Setúbal do Instituto
Politécnico de Setúbal, Centros de Saúde, a Universidade da Terceira Idade,
Instituições Particulares de Solidariedade Social, associações de reformados
e, claro, muitos voluntários. Para mais informações visite-se a página do
organizador dedicada ao evento, aqui.
No ano Europeu do Voluntariado este evento
veio mesmo a calhar, como comemoração e consciencialização. Esperemos que volte
a se realizar mais vezes.
Autor Filipe de Freitas Leal
Sobre o Autor
Filipe de Freitas Leal nasceu em Lisboa, em 1964, estudou Serviço Social pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa. Estagiou como Técnico de Intervenção Social numa Instituição vocacionada à reinserção social de ex-reclusos e apoio a famílias em vulnerabilidade social, é blogger desde 2007, de cariz humanista, também dedica-se a outros blogs de temas diversos.
Filipe de Freitas Leal nasceu em Lisboa, em 1964, estudou Serviço Social pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa. Estagiou como Técnico de Intervenção Social numa Instituição vocacionada à reinserção social de ex-reclusos e apoio a famílias em vulnerabilidade social, é blogger desde 2007, de cariz humanista, também dedica-se a outros blogs de temas diversos.
A Informatização e as Transformações Sociais
Computerization and Social Transformations - de Rob Kling (Resumo)
Rob Kling examina neste artigo a relação entre a informatização e as
mudanças sociais, e pergunta: “A informatização trouxe à sociedade,
transformações consideráveis nos
seus diferentes aspetos? E se sim, como? Em que é que a sociedade foi
modificada? E como?
Trata-se de uma abordagem da sociologia da tecnologia, tendo sido feitos
vários estudos para responder esta questão, estudos tais como a informatização
e a qualidade de vida no trabalho, incluído por vários autores nos seus livros
sobre este tema, como Strassman em 1985, com o seu livro “The transformation of
work in the electric age”.
Estudos cujo tópico é, essencialmente a influencia do desenvolvimento da
inteligência artificial e a relação da informática com a organização
empresarial, a reorganização do processo de trabalho e os custos, bem como a
influencia no poder político e nas decisões económicas. Mostrando que a
transformação da Sociedade da Informação é irreversível.
Rob Kling apresenta como ideia chave o desenvolvimento das relações
interpessoais, intergrupais e institucionais, através da informatização e da
reestruturação dessas mesmas relações, reorganizando o fluxo de informação, daí
a ideia de Aldeia Global.
Kling escreve sobre Alvin Toffler e John Naisbitt como promotores
futuristas da ideia da revolução da informação. Toffler é lembrado no que se
refere à Info-esfera e à Tecno-esfera, do seu livro da “Terceira Vaga” (1980). Embora
não precisando uma data, Toffler consegue ser quase que preciso nas suas
previsões.
Comentário do Artigo “A Sociedade irreversível da Informação”
Neste artigo de Rob Kling, e a questão, quais as transformações sociais
feitas pela informatização, nos seus mais diversos aspetos sociais? E como é
que se processaram essas transformações? Saltam á nossa consciência todo um
mundo que nos cerca, e parece natural (a Physis é a natureza na Grécia antiga), mas
não é natural, é sim fruto da obra humana (a Poiesis na Grécia antiga era a ação, criação),
do seu génio inventivo e criativo, também irreversivelmente nos encontramos num
mundo em que já não saberíamos viver (no mesmo grau de eficiência e
desenvolvimento) sem as conquistas feitas pela tecnologia (a Techne que na Grécia é Conhecimento),
conquistas essas que no espaço de tempo de mais ou menos de 250 anos, têm vindo
a mudar o mundo gradativa e irreversivelmente. A filosofia da Tecnologia e a
Sociologia da Tecnologia tentam nos dar resposta a estas questões que são de
suma importância.
A grande causa disso é a revolução industrial do século XVIII, que permitiu
ao Homem um grau de desenvolvimento industrial e pesquisa cientifica,
desenvolver-se progressivamente desde a máquina a vapor em 1765 por J. Watt, a
bateria em 1800 por A. Volta, o telegrafo em 1837 por S. Morse, o telefone em
1876 por Graham Bell, a lâmpada em 1879 por T. Edison, o animatógrafo
(precursor do cinema) em 1895 pelos irmãos Lumiére, e assim sucessivamente de
invenção em invenção, passando pela fotografia, rádio, automóvel, avião,
informática, a Internet, até chegarmos à informatização de ponta mais avançada,
inteligência artificial e robótica. Campos diversos da informática que estão ao
serviço da ciência, como a medicina, a astronomia e astronáutica, mas também de
modo mais prático relacionado com a produção industrial.
A tecnologia é ou pode ser autónoma, humanamente controlável e neutra, onde
seus meios e fins são totalmente separados, isto de acordo com a fé no
progresso liberal.
Tal como Toffler avia previsto no “Choque do Futuro” e na “Terceira Vaga”,
podemos observar que os computadores na atualidade, estão presentes na nossa
vida do dia a dia, cada vez mais baratos, mais pequenos e mais potentes, são
uma presença continua nos lares, nas escolas, e com o wireless nos cafés, nos
transportes públicos, úteis a todos os setores da sociedade e da atividade
humana: da pesquisa cientifica de ponta até à mais banal das ações cotidianas.1
A informatização é presente na Telefonia móvel e fixa, Portugal é aliás o
país da Europa em que há mais telemóveis por pessoa, a informatização está
presente em quase todos os lares, usados para trabalho, estudo e lazer, onde se
reproduzem som, imagem e vídeo, que podem ser partilhados na Internet em
blogues, redes sociais e e-mails e criando um novo conceito o self-media.
Essas diversas dimensões da informatização, também se refletem num mundo
cada vez mais pequeno, em que a aldeia global é monitorizada por uma
informatização global, canais satélite, comunicação em tempo real, transações
financeiras em simultâneo, mercado de trabalho mais exigente e dinâmico, novos
modos de desenvolvimento do ensino como as Universidades Abertas (Open
University), e-learning; No comércio temos o desenvolvimento do e-comerce,
compras on-line onde acedemos aos supermercados a partir de casa, temos ainda a
presença na banca como o já muito conhecido e difundido sistema Multibanco, mas
também o home-banking; Na política há países onde se aplica o voto eletrónico,
mais seguro e de resultados imediatos, tudo isto possível a partir da explosão
da Internet desde a sua criação da ARPANET em 1962, fazendo a passos largos uma
sociedade global, aproximando culturas, valores (democracia liberal),
aproximando pessoas nas redes sociais, claramente o que Toffler diz ser a
“Info-esfera”.
Mas também há impactos negativos na sociedade, desde o impacto no
desemprego, causado pela robotização, a dependência de jovens aos jogos on-line
ou às redes sociais, provocando até a auto exclusão, há também o crime
organizado desde os crimes de colarinho branco até às falsas identidades e
crimes de fraudes, pedofilia, terrorismo entre outros, organizados
informaticamente, usando a Internet para atingir os seus fins, passando a
existir a necessidade de desenvolvimento da segurança informática e de cada vez
maior legislação apropriada.
O termo “Revolução” foi sobejamente utilizado, sendo apropriadamente, visto
que é do que se trata, mas mais apropriado ainda é o termo Sociedade da Informação,
termo surgido nos anos 90 em que se desenvolveu a Internet e a TIC e incluída
mais tarde nas reuniões do G7, já o termo “Sociedade do Conhecimento” é usado
pelos meios académicos e adotado pela UNESCO em detrimento do termo
“Information Society”.2
_________
1 Albuquerque,
João Porto de; “Aspetos Sociotécnicos da computação: contextualizando o
desenvolvimento de sistemas de computação com o modelo Mikropolis.
__________
Bibliografia:
Kling, Rob; Computerization and Social
Transformations; Science, Technology & Human Values,
Vol. 16, No. 3
(Summer, 1991), pp. 342-367
Revista de História
Contemporânea; Vários Autores (Fedo Fragoso, Nelson Bandolim, Letícia Destro, Carolina
Mendes, Vinificas Mar condes e Mamilo Acácio) N.º 1 Abr. 2008 / Brasil
Sitografia:
Autor Filipe de Freitas Leal
Sobre o Autor
Filipe de Freitas Leal nasceu em Lisboa, em 1964, estudou Serviço Social pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa. Estagiou como Técnico de Intervenção Social numa Instituição vocacionada à reinserção social de ex-reclusos e apoio a famílias em vulnerabilidade social, é blogger desde 2007, de cariz humanista, também dedica-se a outros blogs de temas diversos.
Filipe de Freitas Leal nasceu em Lisboa, em 1964, estudou Serviço Social pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa. Estagiou como Técnico de Intervenção Social numa Instituição vocacionada à reinserção social de ex-reclusos e apoio a famílias em vulnerabilidade social, é blogger desde 2007, de cariz humanista, também dedica-se a outros blogs de temas diversos.
domingo, 10 de abril de 2011
A Corrente Humanista no Serviço Social
O Que é o Humanismo?
A questão de uma
ideologia para o Serviço Social sempre foi tida em conta, sobretudo nos anos 60
e 70, época da reconceituação do Serviço Social na América Latina, e é nesse
contexto que se reforça um corrente de cariz humanista no setor.
O Humanismo é a
corrente filosófica e moral, que defende que o Ser Humano é o centro das
preocupações sociais e políticas, ao contrário por exemplo do neo-liberalismo,
que defende a importância do capital ou do socialismo que defende a sociedade
como um todo no centro das suas preocupações e praxis política.
Inicialmente o
conceito de Humanismo, teve origem na antiga Grécia, nas ideias de Sócrates e Platão,
mas foi no Renascimento e no Iluminismo, que teve um novo impulso, sendo
inclusive confundido com o anticlericalismo.
O humanismo tem
várias vertentes, Humanismo Marxista, Humanismo Secular, Humanismo Positivista
ou Contiano e o Humanismo Religioso (incluindo o Humanismo Cristão), é este
último que influencia o Serviço Social, que era baseado nos valores cristãos e
católicos na ação social, praticada pela caridade cristã dos seus fiéis, tal
como a “Sociedade São Vicente de Paulo” e Frederico Ozanam, ou Ainda Dom Bosco,
que funda a Pia Sociedade São Vicente de Sales (os Salesianos) com o objetivo
de promover a reinserção de adolescentes e jovens.
A Doutrina Social da
Igreja na formação da emergência do Serviço Social.
A doutrina Social da
Igreja, lançada no fim do séc. XIX pelo Papa Leão XIII na sua encíclica “Rerum
Novarum”, lançando não só o “magistério social da igreja” mas também as ideias
de um humanismo cristão que combatia os excessos nefastos do
capitalismo triunfante, por outro lado combatia o socialismo cientifico de
caris marxista, em crescimento na classe operária, trazendo para a sociedade
civil e em particular para o seio do catolicismo uma clara resposta cristã e
humanista, foi claramente este ideal que fez nascer em vários países, a “Assistência Social”, que
por sua vez tem vindo a evoluir ao longo do tempo até chegarmos ao moderno “Serviço
Social”
Os Direitos Humanos
e o Serviço Social.
A política social do
Estado, teve um forte impulso, a partir dos anos que se seguiram à II Guerra
Mundial, da criação da ONU e em especial a DUDH Declaração Universal dos
Direitos Humanos e dos “Gloriosos 30”
que veio a fomentar cada vez mais a preocupação dos Estados em implementar ou
desenvolver políticas sociais, nomeadamente o conceito do “welfare state” muito
em voga nos países desenvolvidos da Europa Ocidental e América do Norte, mas
também de lutar contra a discriminação, a exclusão e a favor de amparar os mais
indefesos da sociedade como as crianças, idosos e os desfavorecidos da
sociedade.
É neste contexto que
surge a reconceituação do Serviço Social na América Latina e nos Estados
Unidos, onde o expoente máximo foi Carl
Rogers, e este novo conceito teve claramente um cariz humanista, muito
voltado para o combate à pobreza, à reinserção social da pessoa humana, mas
também para a consciencialização do individuo face aos seus direitos e à sua cidadania,
onde o sistema cliente passa a ser tido como um importante agente no processo
da sua própria reinserção, em que as pessoas procuram fazer o seu projeto de
vida, muito ao contrario do inicio do Século XX onde o Serviço Social era mais
uma ação higienista, feita do topo para a base, com o objetivo de remediar,
onde a pessoa não era tida no processo de solução. Era uma Assistência na
Pobreza e a pessoa humana não era o centro no processo decisório.
Logo hoje totalmente
distante dos erros do inicio desse tempo, a Exclusão Social é totalmente
incompatível com o humanismo dos “Direitos Humanos”, do “Estado de Direito” e
da cidadania plena dos indivíduos.
Bibliografia:
Silva, Guadalupe
Maria; Ideologias e Serviço Social, 1983 Cortez
Editora / Brasil
Kisnerman, Natalio; Sete
Estudos sobre Serviço Social, 1980 Cortez e Moraes / Brasil
Núncio, Maria José
Núncio – Introdução ao Serviço Social, 2010 ISCSP / Portugal
Caratini, Roger –
História Critica do Pensamento Social.
Sitografia:
http://www.infopedia.pt/$humanismo
Autor Filipe de Freitas Leal
Sobre o Autor
Filipe de Freitas Leal nasceu em Lisboa, em 1964, estudou Serviço Social pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa. Estagiou como Técnico de Intervenção Social numa Instituição vocacionada à reinserção social de ex-reclusos e apoio a famílias em vulnerabilidade social, é blogger desde 2007, de cariz humanista, também dedica-se a outros blogs de temas diversos.
Filipe de Freitas Leal nasceu em Lisboa, em 1964, estudou Serviço Social pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa. Estagiou como Técnico de Intervenção Social numa Instituição vocacionada à reinserção social de ex-reclusos e apoio a famílias em vulnerabilidade social, é blogger desde 2007, de cariz humanista, também dedica-se a outros blogs de temas diversos.
sexta-feira, 8 de abril de 2011
Escolas do Futuro e a Inclusão Social
Realizou-se a 6 de Abril, a I Conferencia Internacional da EPIS - Empresários pela Inclusão Social,
com o tema "Escolas do Futuro", que teve lugar na Fundação Caloust
Gulbenkian.
O evento foi gratuito e destinado a um vasto
público, como empresários, professores, alunos e interessados na área, onde
foram abordadas as vias e as alternativas possíveis para uma "Escola do
Futuro", correndo o evento em paralelo no Facebook.
O orador é um consultor da rede "Education
Impact", o britânico Dun Buckley, autor do modelo pedagógico "Personalization
by Pieces", Buckhey é um pedagogo com larga experiência na inovação
educativa e é atualmente colaborador da Microsoft no projeto "Building
Schools for the future".
Entre outros esteve presente o Presidente da
EPIS António Pires de Lima; bem como Isabel Alçada, Ministra da Educação;
António Costa, Presidente da Câmara de Lisboa e Eduardo Marçal Grilo da
Fundação Gulbenkian. O evento decorreu num único dia.
Sites
relacionados:
Programa do evento.
Autor Filipe de Freitas Leal
Filipe de Freitas Leal nasceu em Lisboa, em 1964, estudou Serviço Social pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa. Estagiou como Técnico de Intervenção Social numa Instituição vocacionada à reinserção social de ex-reclusos e apoio a famílias em vulnerabilidade social, é blogger desde 2007, de cariz humanista, também dedica-se a outros blogs de temas diversos.
Filipe de Freitas Leal nasceu em Lisboa, em 1964, estudou Serviço Social pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa. Estagiou como Técnico de Intervenção Social numa Instituição vocacionada à reinserção social de ex-reclusos e apoio a famílias em vulnerabilidade social, é blogger desde 2007, de cariz humanista, também dedica-se a outros blogs de temas diversos.
terça-feira, 5 de abril de 2011
"Quanto Custa ser Feliz? 10º Congresso CAIS
A
Associação CAIS vai organizar de 06
a 08 de Abril, o 10º Congresso CAIS, com o tema: “Quanto
custa ser feliz? Por uma economia do Bem Estar”, em que o objetivo é dar a
conhecer o “Estudo sobre o nível de felicidade dos portugueses” e por extensão
da qualidade de vida no nosso País, um estudo que faz parte de uma investigação
académica realizada por Maria Júlia Nunes do ISCTE/IUL, o evento terá lugar no
ISEG Edifício Quelhas, Auditório 1, e nele pretende-se criar um ambiente de
debate sobre a situação sócio-económica da realidade portuguesa, que neste
momento é de crise, torna pertinente o estudo abordado e sobretudo pela
Associação CAIS, cuja razão de existir prende-se com a reinserção social ou de
uma forma mais lata as causa que produzem a exclusão social.
Vale a
pena a todos os interessados, participarem do estudo sobre a felicidade dos
portugueses através do inquérito realizado online aqui, todas as informações
dadas por si são confidenciais e anónimas)
O
Congresso tem entrada livre, no entanto requer-se que façam as inscrições por
telefone: 218 369 005 ou por mail eliana.lavos@cais.pt
Para
mais informações: Associação Cais e o Programa do evento.
Autor Filipe de Freitas Leal
Sobre o Autor
Filipe de Freitas Leal nasceu em Lisboa, em 1964, estudou Serviço Social pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa. Estagiou como Técnico de Intervenção Social numa Instituição vocacionada à reinserção social de ex-reclusos e apoio a famílias em vulnerabilidade social, é blogger desde 2007, de cariz humanista, também dedica-se a outros blogs de temas diversos.
Filipe de Freitas Leal nasceu em Lisboa, em 1964, estudou Serviço Social pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa. Estagiou como Técnico de Intervenção Social numa Instituição vocacionada à reinserção social de ex-reclusos e apoio a famílias em vulnerabilidade social, é blogger desde 2007, de cariz humanista, também dedica-se a outros blogs de temas diversos.
terça-feira, abril 19, 2011
Filipe de Freitas Leal








