A Origem do Conflito Israelo-Árabe!
Muitas vezes acredita-se que o conflito no Médio Oriente teve início em 1948. No entanto, um olhar atento à história revela que esta é, na verdade, uma tragédia de milénios, onde camadas teológicas e políticas se sobrepuseram.
Solidariedade é a essencia da Justiça Social
Para que uma sociedade se desenvolva em justiça social é fundamental a cultura da solidariedade.
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
Israel e Palestina Discutem a Paz
Após algum tempo, de silêncio e expectativas
falhadas, muito contra a vontade do Irão e do Hamas, Mahmud Abbas e Beniamin
Netanyahu, sentam-se enfim à mesa das negociações com o objetivo de chegar a um
acordo para negociar a paz, sobretudo espera-se uma paz que seja duradoura e
que se concretize na criação e reconhecimento mutuo do direito a ambos os países
terem um Estado, tanto Israel como a Palestina.
Israel e o mundo ocidental também saem a
ganhar com a criação do estado palestiniano, a paz trará maior segurança e
reaproximação entre os povos, e a entrada de Israel como membro de pleno
direito da União Europeia poderá se realizar.
O mundo tem os olhos postos em Israel, desde
a sua fundação como Estado independente, devido ao barril de pólvora que é o
Médio Oriente, desde o fim do Império Otomano.
A questão é saber até que ponto as diferentes
correntes políticas e religiosas palestinianas estão de facto abertas à
realização de um acordo tecido na paz, ou antes irão continuar a incentivar os
populares ao ódio e a uma intifada sem fim, na ilusão de conquistar a
independência pela força.sábado, 28 de agosto de 2010
Há Humanismo Sem D-us?
Tenho observado que à exceção do MH Movimento Humanista e do PH Partido
Humanista, a maioria dos movimentos humanistas de hoje estão afastados de
D-us, de forma explicitamente ideológica, não respeitando assim a natureza
intrínseca de seus membros, no que se refere à fé, aceito que se coloque o
homem (pessoa humana) no centro das atenções, mas para fins políticos, ou seja
o fim máximo da politica governativa deve ser o bem estar da pessoa humana, a
promoção da alimentação, saúde, habitação, trabalho, educação, cultura,
liberdades e garantias fundamentais para a plena realização da pessoa humana em
sociedade, num mundo de paz e concórdia entre famílias, vizinhos, colegas,
países, etnias, povos e religiões diferentes.
Mas o discurso corrente do Humanismo atual, é baseado num ateísmo
disfarçado, embora com preocupações realmente humanas, de politicas sociais e
denuncias de crimes contra a humanidade, têm-se limitado a denunciar o mundo
capitalista, e as injustiças sociais ao modelo agora vigente.
Por isso acho que esses movimentos humanistas não têm conseguido atingir as
suas metas, de despertar a consciência politica da maioria das pessoa, só com
um humanismo pluralista e integrador de diferentes culturas e filosofias pode
atingir-se cotas de aceitação exponenciais, ou de um eleitorado considerável.
Pois ao se rejeitar o que de mais importante há em 6 biliões de seres
humanos: a fé no Criador, faz com que quem crê não se volte para os
movimentos humanistas.
Quem coloca D-us acima de tudo não se coloca contra o seu semelhante, mas
coloca-se em igualdade perante ele.
Há que promover um HUMANISMO verdadeiramente coerente com este aspeto tão
humano que é a religião, a filosofia, a fé, temos de ver que todas as religiões
tem características humanistas, todas elas, sem exceção, sendo que o judaísmo e
o cristianismo em particular são o berço do Humanismo ocidental.
Pelo que vejo o Movimento Humanista Internacional e Partido Humanista tem
mostrado um grande respeito pelas diferentes correntes religiosas, nas fileiras
dos seus membros, e defendendo inclusive que o oposto seria o contrario do
ideal humanista é isso que faz que tenha uma grande aceitação internacional e
um crescimento de militantes e eleitores por vários países.
Sobre o Autor
Filipe de Freitas Leal nasceu em Lisboa, em 1964, estudou Serviço Social pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa. Estagiou como Técnico de Intervenção Social numa Instituição vocacionada à reinserção social de ex-reclusos e apoio a famílias em vulnerabilidade social, é blogger desde 2007, de cariz humanista, também dedica-se a outros blogs de temas diversos.
Filipe de Freitas Leal nasceu em Lisboa, em 1964, estudou Serviço Social pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa. Estagiou como Técnico de Intervenção Social numa Instituição vocacionada à reinserção social de ex-reclusos e apoio a famílias em vulnerabilidade social, é blogger desde 2007, de cariz humanista, também dedica-se a outros blogs de temas diversos.
domingo, 15 de agosto de 2010
Dar as Mãos Por Um Mundo Melhor

Solidariedade social não é uma mera
palavra de retórica, mas antes uma necessidade crescente num mundo
desumanizado, globalizado e intensamente competitivo, pelo que a queda dos
valores e princípios do "Estado Social", faz com que se preveja que,
cada vez mais pessoas venham a cair numa condição de vulnerabilidade, podendo
ficar abaixo da linha de pobreza, sofrer ainda o abandono e tornando-se vítimas
fáceis de injustiças de vários tipos.
O Estado de Direito, em que as sociedades democráticas e ocidentalizadas se
encontram, não podem cruzar os braços, e a sociedade civil não deve ficar à
espera que seja o Estado a tomar a iniciativa da solidariedade, mas ser agente
ativo e força de pressão.
Nem tão pouco se pode esperar que seja uma tarefa de caridade, algo
atribuído a organizações religiosas como a Igreja, mas urge sermos nós próprios
a agir, quer por uma mera contribuição consciente, pela divulgação de
necessidades e recursos, ou ainda pela participação ativa e voluntária, tanto
na rua, no bairro, na cidade, em associações e campanhas de organização e
apoio, fazendo um levantamento das necessidades e distribuindo com justiça, o
resultado da solidariedade do grupo para os mais necessitados.
Os tempos atuais estão a dar os seus sinais,
não mais veremos a ilusão do Eldorado, ou do Wellfare State, mas poderemos ver
ainda a solidariedade entre nós cidadãos simples, anónimos, poderemos vencer e
abrir as portas para um mundo mais humano, em prol da liberdade, da justiça
social e da igualdade de direitos, porque nada se recebe e tudo se conquistam
pelo esforço, dedicação e consciência.
Autor Filipe de Freitas Leal
Sobre o Autor
Filipe de Freitas Leal nasceu em Lisboa, em 1964, estudou Serviço Social pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa. Estagiou como Técnico de Intervenção Social numa Instituição vocacionada à reinserção social de ex-reclusos e apoio a famílias em vulnerabilidade social, é blogger desde 2007, de cariz humanista, também dedica-se a outros blogs de temas diversos
Filipe de Freitas Leal nasceu em Lisboa, em 1964, estudou Serviço Social pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa. Estagiou como Técnico de Intervenção Social numa Instituição vocacionada à reinserção social de ex-reclusos e apoio a famílias em vulnerabilidade social, é blogger desde 2007, de cariz humanista, também dedica-se a outros blogs de temas diversos
sábado, 17 de julho de 2010
Habitação Humanista
Hoje em dia, mais que em qualquer outro tempo, e devido ao aumento
demográfico, crises económicas e sociais e devido também à necessidade
ecológica de reciclagem, a arquitetura encontrou uma resposta à altura das
necessidades face aos problemas acima citados, a chamada arquitetura biológica
por uns e a arquitetura humanista por outros, levam a ter em conta que o
Humanismo é hoje a ideologia que cresce, dando resposta a muitas das
preocupações sociais, e tendo o a Pessoa Humana no centro das preocupações políticas,
económicas, sociais culturais e culturais, preocupando-se com pessoas, grupos,
comunidades e povos.
Vejamos aqui como se constrói uma casa económica e ecológica a partir de
reciclagem de garrafas de refrigerante PET, juntando terra, argila e cimento.
Resta-nos saber se os interesses políticos e económicos das
autoridade nacionais, camarárias e respetivas fiscalizações, que estando
ligadas a construtores, bancos e imobiliárias, permitiria isto?
Esperemos que sim, pois urge promover de facto a justiça aos mais pobres e ter uma verdadeira arquitetura que leve em conta as pessoas e a ecologia.
Esperemos que sim, pois urge promover de facto a justiça aos mais pobres e ter uma verdadeira arquitetura que leve em conta as pessoas e a ecologia.
1. Preparam-se as garrafas
Autor Filipe de Freitas Leal
Sobre o Autor
Filipe de Freitas Leal nasceu em Lisboa, em 1964, estudou Serviço Social pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa. Estagiou como Técnico de Intervenção Social numa Instituição vocacionada à reinserção social de ex-reclusos e apoio a famílias em vulnerabilidade social, é blogger desde 2007, de cariz humanista, também dedica-se a outros blogs de temas diversos.
Filipe de Freitas Leal nasceu em Lisboa, em 1964, estudou Serviço Social pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa. Estagiou como Técnico de Intervenção Social numa Instituição vocacionada à reinserção social de ex-reclusos e apoio a famílias em vulnerabilidade social, é blogger desde 2007, de cariz humanista, também dedica-se a outros blogs de temas diversos.
quarta-feira, 7 de julho de 2010
Citações - Mahler - Sou Um Apátrida.
"Sou
três vezes apátrida!
Como natural da Boémia, na Áustria;
como austríaco, na Alemanha;
como judeu, no mundo inteiro.
Em toda parte um intruso,
em nenhum lugar desejado!"
Gustav Mahler (1860-1911)
Gustav Mahler (1860-1911)
Autor Filipe de Freitas Leal
Sobre o Autor
Filipe de Freitas Leal nasceu em Lisboa, em 1964, estudou Serviço Social pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa. Estagiou como Técnico de Intervenção Social numa Instituição vocacionada à reinserção social de ex-reclusos e apoio a famílias em vulnerabilidade social, é blogger desde 2007, de cariz humanista, também dedica-se a outros blogs de temas diversos.
Filipe de Freitas Leal nasceu em Lisboa, em 1964, estudou Serviço Social pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa. Estagiou como Técnico de Intervenção Social numa Instituição vocacionada à reinserção social de ex-reclusos e apoio a famílias em vulnerabilidade social, é blogger desde 2007, de cariz humanista, também dedica-se a outros blogs de temas diversos.
sábado, 19 de junho de 2010
Não Acredites Apenas.
Não acredites em alguma coisa simplesmente porque a escutaste.
Nem nas tradições, simplesmente porque provêm desde há muitas gerações.
Nem em algo só porque é falado ou é motivo de rumor por muitos.
Nem em dogmas simplesmente porque vêm escritos nos teus livros religiosos.
Nem em lendas simplesmente porque é dito pelas tuas professoras ou anciãos.
Mas, após uma observação e análise cuidada e quando encontrares que algo vai de acordo com a razão e conduz à felicidade e ao beneficio de todos, então aceita-o e vive-o.
Autor Filipe de Freitas Leal
Nem nas tradições, simplesmente porque provêm desde há muitas gerações.
Nem em algo só porque é falado ou é motivo de rumor por muitos.
Nem em dogmas simplesmente porque vêm escritos nos teus livros religiosos.
Nem em lendas simplesmente porque é dito pelas tuas professoras ou anciãos.
Mas, após uma observação e análise cuidada e quando encontrares que algo vai de acordo com a razão e conduz à felicidade e ao beneficio de todos, então aceita-o e vive-o.
Autor Filipe de Freitas Leal
Sobre o Autor
Filipe de Freitas Leal nasceu em Lisboa, em 1964, estudou Serviço Social pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa. Estagiou como Técnico de Intervenção Social numa Instituição vocacionada à reinserção social de ex-reclusos e apoio a famílias em vulnerabilidade social, é blogger desde 2007, de cariz humanista, também dedica-se a outros blogs de temas diversos.
Filipe de Freitas Leal nasceu em Lisboa, em 1964, estudou Serviço Social pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa. Estagiou como Técnico de Intervenção Social numa Instituição vocacionada à reinserção social de ex-reclusos e apoio a famílias em vulnerabilidade social, é blogger desde 2007, de cariz humanista, também dedica-se a outros blogs de temas diversos.
sexta-feira, 11 de junho de 2010
Hoje Chove em Sintra
Eis a poesia desta Sintra chuvosa, algo digno de um clima londrino, dias
assim, em Sintra, atraem-nos para a divagação, e entre a neblina nas ruas com o
chão molhado, o cheiro do verde húmido, a sentir a chuva bem miudinha cai molhando-me
o rosto, dando ideias para a meditação.
Bela como nunca, Sintra misteriosa e doce, que nos faz descobrir em nós mesmos
a contemplação que sem ela não haveria, e assim saem as mais belas e inspiradas
orações de agradecimento a um Criador que nos dá esta natureza, e a gratidão
pela sabedoria necessária para aprecia-la decora-la.
Em Sintra, o Criador presenteou-nos
com a beleza poética de cada canto, da Vila até o Castelo, e assim passando pela Pena,
Seteais e cada canto, cada rua, cada árvore em Ti se tornam mais bonitas.
Autor Filipe de Freitas Leal
Sobre o Autor
Filipe de Freitas Leal nasceu em Lisboa, em 1964, estudou Serviço Social pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa. Estagiou como Técnico de Intervenção Social numa Instituição vocacionada à reinserção social de ex-reclusos e apoio a famílias em vulnerabilidade social, é blogger desde 2007, de cariz humanista, também dedica-se a outros blogs de temas diversos.
Filipe de Freitas Leal nasceu em Lisboa, em 1964, estudou Serviço Social pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa. Estagiou como Técnico de Intervenção Social numa Instituição vocacionada à reinserção social de ex-reclusos e apoio a famílias em vulnerabilidade social, é blogger desde 2007, de cariz humanista, também dedica-se a outros blogs de temas diversos.
quinta-feira, setembro 02, 2010
Filipe de Freitas Leal







