A Origem do Conflito Israelo-Árabe!
Muitas vezes acredita-se que o conflito no Médio Oriente teve início em 1948. No entanto, um olhar atento à história revela que esta é, na verdade, uma tragédia de milénios, onde camadas teológicas e políticas se sobrepuseram.
Solidariedade é a essencia da Justiça Social
Para que uma sociedade se desenvolva em justiça social é fundamental a cultura da solidariedade.
sábado, 13 de dezembro de 2014
Catastroika - A Democracia Morre Onde Nasceu
A Democracia morre onde nasceu, exatamente na
Grécia. E morre à mão de tecnocratas, capitalistas e de economistas cujo ideal
é desmontar o Estado. Sem Estado, não há poder político, sem poder político não
há democracia, por mais que se tente iludir ou fingir a mascara cai sempre.
E quando se diz que a democracia morre,
significa que o governo do povo para o povo e pelo povo, tal como na
antiga helénica, deixou de ser uma realidade e passou a ser uma
utopia invertida, visto que já ter existido e não tem hoje quaisquer condições
de poder voltar a existir, sobretudo num mundo totalmente globalizado, dirigido
por uma corrente ultra-liberal vocacionado a destituir os Estados da sua
propriedade, funções e essência, até que o que sobrar não será mais
suficiente para evitar que se torne um mero pró forma.
A ideologia que nos bombardeou com
a consciência do direito do contribuinte, do
consumidor, embrulhado num papel bonito e sedutor, não foi mais que uma
forma de nos converter a colaboradores inconscientes do desmantelamento das
instituições, umas após outras, e num regime onde a economia sobrepõe e se
substitui nas funções do poder político, o resultado não poderá ser bom.
Se o comunismo falhou pelo excesso da
estatização e de uma pressão cultural
e psicológica vigente através de uma ideologia política de
economia planificada, o caminho trilhado hoje pelo neo-liberalismo não nos
trará melhor sorte. Porque as privatizações de setores chave da economia e a
liberalização radical dos mercados gera a catástrofe onde se vende tudo,
serviços de água, energia, comunicações, transportes, bancos, correios,
aeroportos, e sobrará apenas uma bandeira já sem sentido de nacionalidade.
Portugal um dos países da Europa comunitária,
que mais tem perdido com esta politica desde a subida ao poder do ultraliberal
Cavaco Silva, que iniciou lenta mas paulatinamente as politica europeias e
globalizantes das privatizações, com consequências visíveis e irreversíveis
para o país e as gerações futuras.
Autor Filipe de Freitas Leal
terça-feira, 2 de dezembro de 2014
Sócrates Preso - E o Movimento Revolução Branca
Criado em 2012 o MRB Movimento Revolução Branca, quer vir a engrossar as fileiras da acusação como assistente e dar assim uma "força", ao processo de acusação do MP Ministério Público contra o Ex-Primeiro Ministro português José Sócrates, notícias divulgadas pelo site "Notícias ao Minuto".
José Sócrates encontra-se detido preventivamente desde o dia 24 de novembro, numa Prisão de Évora, sendo acusado de corrupção e branqueamento de capitais, num processo que envolve outros três arguidos também presos. Devido ao segredo de justiça não se sabe ainda a que época é que se referem as acusações, se foi durante o seu mandato como Primeiro Ministro, ou se posteriormente a essa data.
O movimento acima referido é um movimento popular cujo nome até parece retirado da história do inicio do Século XX, onde o então Exército Branco lutava na Guerra Civil contra o regime soviético do Exercito Vermelho, instalado após a revolução de 1917. História à parte, qual é a análise critica que podemos aferir sobre isto?
José Sócrates encontra-se detido preventivamente desde o dia 24 de novembro, numa Prisão de Évora, sendo acusado de corrupção e branqueamento de capitais, num processo que envolve outros três arguidos também presos. Devido ao segredo de justiça não se sabe ainda a que época é que se referem as acusações, se foi durante o seu mandato como Primeiro Ministro, ou se posteriormente a essa data.
O movimento acima referido é um movimento popular cujo nome até parece retirado da história do inicio do Século XX, onde o então Exército Branco lutava na Guerra Civil contra o regime soviético do Exercito Vermelho, instalado após a revolução de 1917. História à parte, qual é a análise critica que podemos aferir sobre isto?
Quanto a tudo isto, acho estranho e um absurdo, pois assemelha-se ao prazer de ajudar a matar moralmente as pessoas, sem
sequer se ter iniciado o julgamento. Estamos se calhar a anos de ver o
veredicto final que só à JUSTIÇA compete.
Creio que os cidadãos
devem manter a calma e o bom senso, pois a Justiça age sem a necessidade de ajudinhas, mezinhas ou novenas e
muito menos de meros linchamentos morais em praça pública, sabe-se lá
orquestrados por quem e com que finalidade. Para mim isso só levará a politizar
um processo que à partida não deveria ser tido como tal, até porque se aproximam eleições dentro de nove meses e o que está em jogo nessas eleições é a governabilidade e um projeto para o país.
Além disso, creio que este gesto é um
ato digno da Idade Média, onde não havia os Direitos Humanos muito menos o Estado
de Direito, tratando-se de um tempo em que qualquer pessoa acusada tinha à partida a presunção de
culpa e a justiça podia ser feita pelas próprias mãos em determinados casos.
Isto leva-me a convidar quem por ventura leia este artigo a indagar-se, se não serão
estes movimentos também algo que prejudica o andamento do processo e que
motivam uma politização do mesmo em detrimento da democracia, e do bom
funcionamento de cada um dos três poderes soberanos?
Um cidadão
com dois dedos de testa, e um pouquinho de dignidade, não se junta a iniciativas nem a favor nem contra, deixa que a justiça aja, e além disso independentemente
de o acusado ser culpado ou não, essa pessoa já tem a sua carreira pública destruída. E se por acaso
as acusações fossem falsas? E se for ilibado? Já não haveria como voltar a trás, e devolver-lhe a reputação, não chega isso?
Meus
amigos leitores, atitudes assim, não são dignas de cidadãos portugueses que viveram quase meio
século em ditadura. De acordo com o ideal humanista que defendo, creio que a Liberdade exige respeito por
quem tem o direito a ter um julgamento justo, independentemente de nomes ou de
cores partidárias. Claro que é natural que se possa ter a sua própria ideia sobre este e outros casos, mas daí a achar que o que a acreditamos é a verdade absoluta e partir para uma condenação em praça pública vai uma grande distância, sendo uma falta de civismo e uma incongruência.
Porque em vez disso não se batem para denunciar outros casos e prender suspeitos de iguais crimes que se encontram em liberdade? É claro que todos nós temos as nossas tendências, e por isso mesmo não devemos esquecer que na política há sempre telhados de vidro.
Porque em vez disso não se batem para denunciar outros casos e prender suspeitos de iguais crimes que se encontram em liberdade? É claro que todos nós temos as nossas tendências, e por isso mesmo não devemos esquecer que na política há sempre telhados de vidro.
Sobre o Autor
Filipe de Freitas Leal nasceu em Lisboa, em 1964, estudou Serviço Social pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa. Estagiou como Técnico de Intervenção Social numa Instituição vocacionada à reinserção social de ex-reclusos e apoio a famílias em vulnerabilidade social, é blogger desde 2007, de cariz humanista, também dedica-se a outros blogs de temas diversos.
Filipe de Freitas Leal nasceu em Lisboa, em 1964, estudou Serviço Social pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa. Estagiou como Técnico de Intervenção Social numa Instituição vocacionada à reinserção social de ex-reclusos e apoio a famílias em vulnerabilidade social, é blogger desde 2007, de cariz humanista, também dedica-se a outros blogs de temas diversos.
domingo, 30 de novembro de 2014
Poema # 32 - Um Brinde
Decidi abrir uma
garrafa de champanhe,
Nem sei bem para comemorar o quê,
Talvez tudo, talvez quase nada,
Ou um nadinha de tudo.
Nem sei bem para comemorar o quê,
Talvez tudo, talvez quase nada,
Ou um nadinha de tudo.
Comemorar sobretudo
a vida,
Comemorar que mais um dia passou,
Sem que perdesse a esperança,
Sem deixar-me levar num turbilhão,
Sem que perdesse a esperança,
Sem deixar-me levar num turbilhão,
De um mar revolto, das indecisões.
Um brinde à vida,
um brinde a tudo,
O que o Universo hoje nos permite
Um brinde porque há um passado e uma história,
Um brinde porque há um futuro e uma esperança,
Um brinde porque há o aqui e o agora,
Um brinde porque temos de fazer escolhas
Um brinde porque há um passado e uma história,
Um brinde porque há um futuro e uma esperança,
Um brinde porque há o aqui e o agora,
Um brinde porque temos de fazer escolhas
E é aqui que reside
a festa da vida,
A responsabilidade das nossas escolhas.
A responsabilidade das nossas escolhas.
Na luta pelos
nossos sonhos,
Na conquista das nossas mais profundas
E misteriosas vocações.
E misteriosas vocações.
Porque nunca é tarde,
Para dizer o que tem que ser dito,
Nem fazer o que deve ser feito
Um brinde a todos os que sonham
Um brinde a todos os que amam,
Um brinde a ti e a mim.
Um brinde
Um
Para dizer o que tem que ser dito,
Nem fazer o que deve ser feito
Um brinde a todos os que sonham
Um brinde a todos os que amam,
Um brinde a ti e a mim.
Um brinde
Um
Sobre o Autor
Filipe de Freitas Leal nasceu em Lisboa, em 1964, estudou Serviço Social pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa. Estagiou como Técnico de Intervenção Social numa Instituição vocacionada à reinserção social de ex-reclusos e apoio a famílias em vulnerabilidade social, é blogger desde 2007, de cariz humanista, também dedica-se a outros blogs de temas diversos.
Filipe de Freitas Leal nasceu em Lisboa, em 1964, estudou Serviço Social pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa. Estagiou como Técnico de Intervenção Social numa Instituição vocacionada à reinserção social de ex-reclusos e apoio a famílias em vulnerabilidade social, é blogger desde 2007, de cariz humanista, também dedica-se a outros blogs de temas diversos.
Poema # 31 - Barquinhos de Papel
Procuro-me
pensativo durante a noite,
Alumiada por velas,
e brilhos,
E o sopro da
madrugada como açoite,
Tira-me os
pensamentos dos trilhos.
Como se comboios fossem,
Como se comboios fossem,
Sem ter partida,
são de brincar.
Não têm sequer
paisagem
E nem onde chegar.
O silêncio ecoa, e faz-me pensar,
O silêncio ecoa, e faz-me pensar,
Em tudo, e até um
pouco de nada.
Procuro, sempre e
sem cessar,
Pois nenhuma ideia
é acabada.
Nem sei o quê, ou onde me encontrar
Nem sei o quê, ou onde me encontrar
Nem em que posição
tentar dormir,
Ou se escolho um
sonho para sonhar,
Ao menos um que me
faça rir.
Sonhos qual
barquinhos de papelão
Deitados à fonte
como se fossem ao mar,
E se não lhes deito
a mão,
Nem sequer podem
navegar.
E sem dormir, aporto nos livros acordado,
E sem dormir, aporto nos livros acordado,
Procuro-te nas
páginas, com saudades
De ter certezas que
tive no passado.
E que hoje são só
meras vaidades.
Quem sabe talvez na próxima página,
Quem sabe talvez na próxima página,
Ou porque não no
sonho que virá a seguir,
As respostas quem
as tem ou imagina?
A não ser o caminho
que se tem a seguir.Sobre o Autor
Filipe de Freitas Leal nasceu em Lisboa, em 1964, estudou Serviço Social pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa. Estagiou como Técnico de Intervenção Social numa Instituição vocacionada à reinserção social de ex-reclusos e apoio a famílias em vulnerabilidade social, é blogger desde 2007, de cariz humanista, também dedica-se a outros blogs de temas diversos.
Filipe de Freitas Leal nasceu em Lisboa, em 1964, estudou Serviço Social pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa. Estagiou como Técnico de Intervenção Social numa Instituição vocacionada à reinserção social de ex-reclusos e apoio a famílias em vulnerabilidade social, é blogger desde 2007, de cariz humanista, também dedica-se a outros blogs de temas diversos.
Banco Alimentar - Campanha a 29 e 30 de Dezembro
Os Bancos Alimentares Contra a Fome, realizam este fim de
semana, dias 29 e 30 de novembro, mais uma campanha de recolha de
alimentos, como habitualmente é efetuada fundamentalmente nos hipermercados e
supermercados de norte a sul de Portugal.
Está prevista para esta campanha de recolha, a
participação de mais de 40 mil voluntários, no entanto a organização estende a
data para os que preferirem contribuir pela internet com as suas dádivas, ou
ainda com a compra de vales nas caixas dos supermercados.
Face à crise e a uma taxa de crescimento exponencial do
desemprego, devido a falências de empresas e insolvência de famílias, os
portugueses tem dado sinais de solidariedade com os mais desfavorecidos e com
as famílias em situação de vulnerabilidade social.
Segundo dados estatísticos do BA Banco Alimentar contra a
fome, foram recolhidos no mesmo período do ano passado,
aproximadamente 30 toneladas de alimentos, que foram distribuídas por mais
2.500 instituições de solidariedade social por todo o País, abrangendo mais de
400 mil pessoas com ajuda alimentar, esta é uma ideia que vele a pena alimentar.
Autor Filipe de Freitas Leal
Sobre o Autor
Filipe de Freitas Leal nasceu em Lisboa, em 1964, estudou Serviço Social pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa. Estagiou como Técnico de Intervenção Social numa Instituição vocacionada à reinserção social de ex-reclusos e apoio a famílias em vulnerabilidade social, é blogger desde 2007, de cariz humanista, também dedica-se a outros blogs de temas diversos.
Filipe de Freitas Leal nasceu em Lisboa, em 1964, estudou Serviço Social pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa. Estagiou como Técnico de Intervenção Social numa Instituição vocacionada à reinserção social de ex-reclusos e apoio a famílias em vulnerabilidade social, é blogger desde 2007, de cariz humanista, também dedica-se a outros blogs de temas diversos.
sábado, 29 de novembro de 2014
Citações # 11 - A Paixão (Erasmo de Roterdão)
"Para que a vida humana não fosse totalmente triste e
enfadonha, Júpiter concedeu-lhes muito mais paixões do que razão, na proporção
de um asse para meia onça. Além disso, relegou a razão para um canto estreito
da cabeça, deixando todo o resto do corpo entregue ao domínio das paixões. Por
fim, opôs à razão isolada a violência de dois tiranos: a Cólera, que domina a
cidadela do peito, com a fonte de vida, que é o coração, e Concupiscência,
cujo império se estende até ao baixo ventre. Como conseguirá a razão defender-se
destes dois inimigos, para mais reunidos? A vida comum dos homens mostra-o com
bastante clareza. A razão apenas consegue gritar, até enrouquecer, as leis da
honestidade. É rainha de quem os homens troçam e injuriam até que, cansada , se
cala e se confessa vencida"
Erasmo de Roterdão
(Retirado de "Inteligência Emocional de Daniel Goleman)
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Filipe de Freitas Leal é Licenciado em Serviço Social pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa. Estagiou como Técnico de Intervenção Social numa ONG, vocacionada à reinserção social de ex-reclusos e apoio a famílias em vulnerabilidade social, É Blogger desde 2007, com o ideal de cariz Humanista, além disso dedica-se a outros blogs de cariz filosófico, teológico e poético.
Erasmo de Roterdão
(Retirado de "Inteligência Emocional de Daniel Goleman)
Por Filipe de Freitas Leal
Sobre o Autor
Merkel, Portugal e os Licenciados
Há alguns dias a Chanceler
alemã, afirmou que Portugal tinha licenciados a mais, o que gerou um grande
celeuma na imprensa portuguesa, deste modo para se saber se o que a Chanceler
disse é fundamentado ou não, será necessário comparar dados estatísticos, e ver
se há ou não falta de técnicos de nível médio.
No entanto o que há demasiado em Portugal, é desempregados, ora, se o Estado financia, através de bolsas de estudo o ensino superior em detrimento do ensino tecnológico, e sem investir no emprego, claro que ela terá razão.
E se Portugal precisa de captar investimento externo em Industrias mais do que serviços, então é preciso investir na Educação Tecnológica, tal como tinha programado o anterior governo, e ai ela também terá razão.
No entanto o que há demasiado em Portugal, é desempregados, ora, se o Estado financia, através de bolsas de estudo o ensino superior em detrimento do ensino tecnológico, e sem investir no emprego, claro que ela terá razão.
E se Portugal precisa de captar investimento externo em Industrias mais do que serviços, então é preciso investir na Educação Tecnológica, tal como tinha programado o anterior governo, e ai ela também terá razão.
Não vejo porque a Chanceler iria dizer algo sem se informar primeiro do que estava a dizer. há de certo uma razão para tal afirmação, muito embora incomode muita gente que não gosta de ouvir as verdades.
O problema não é dos licenciados, nem dos trabalhadores ou dos empresários, é sim um problema de gerir bem ou gerir mal os recursos e as necessidades do nosso país.
Por Filipe de Freitas Leal
Sobre o Autor
Poema # 30 - Favas Contadas
Folgo em saber
que estás feliz,
A felicidade é assim, contagiante.
Não é garantida, tal como se diz,
Não são favas contadas certamente,
Não é garantida, tal como se diz,
Não são favas contadas certamente,
Vamos ensinar no
mundo, cada aprendiz,
Que só há incertezas concretamente,
Que só há incertezas concretamente,
E assim, resta abraçar a
felicidade
Sempre, sem parar e sem saudade.
Compreender, na certeza do abraço,
Ou quem sabe, na ternura de um olhar
Nos esperançamos por esquecer o cansaço.
E assim, a felicidade ressurge logo ao despertar,
Numa manhã de sol em fogo sem embaraço,
Dando-nos esperança
e ânimo para lutar,
Avançar para horizontes em verdade
Sempre a persistir até a eternidade.
Sobre o Autor
Filipe de Freitas Leal nasceu em Lisboa, em 1964, estudou Serviço Social pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa. Estagiou como Técnico de Intervenção Social numa Instituição vocacionada à reinserção social de ex-reclusos e apoio a famílias em vulnerabilidade social, é blogger desde 2007, de cariz humanista, também dedica-se a outros blogs de temas diversos.
Filipe de Freitas Leal nasceu em Lisboa, em 1964, estudou Serviço Social pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa. Estagiou como Técnico de Intervenção Social numa Instituição vocacionada à reinserção social de ex-reclusos e apoio a famílias em vulnerabilidade social, é blogger desde 2007, de cariz humanista, também dedica-se a outros blogs de temas diversos.
dezembro 13, 2014
Filipe de Freitas Leal








