Faz hoje uma semana que partiu o meu melhor
amigo, o meu Pai Manoel João Leal: partiu estando eu no
Brasil, deixando-me a tristeza da sua ausência e a riqueza das
suas memórias, dos momentos passados juntos.
Ao meu deixo este tributo como gratidão por ter me ajudado a ser a pessoa que sou, e porque com ele desde novo
aprendi a gostar de estar rodeado de livros, tendo sido também o meu
companheiro de longas conversas sobre variados temos como arte, literatura e a atualidades de politica internacional, nos últimos anos
que convivi com ele em Sintra.
Meu pai foi a pessoa que me ensinou o valor
profundo da honestidade, do saber ser e saber estar, meu pai foi o meu confidente, a pessoa com quem
mais tive o prazer de conversar, sobre tudo, é dele que obtive o gosto
pela informação sobre política, tanto nacional como internacional, a
filosofia, a arte, sobretudo a pintura, entre outros temas, acompanhados
de sorrisos, chá, café, vinho queijo, e sempre uma excelente companhia a
dele. Agora o seu sorriso é eterno.
Autor: Filipe de Freitas Leal
sexta-feira, fevereiro 24, 2017
Filipe de Freitas Leal


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