quarta-feira, 3 de fevereiro de 2021

Nefelibata - Andando nas Nuvens

Como sempre ando com a cabeça na lua ou melhor dizendo, nas nuvens.E chamam-me de Nefelibata, como Eugénio de Andrade.Elogio deveras honroso, quando de súbito chamam-me de Nefelibata, como se outro nome não houvera antes, e este, cujo significado é muito maior que um titulo nobiliárquico.Aliás não tenho feito outra coisa, se não ir até às mais altas nuvens, que é aliás, onde adquiro sempre da melhor forma e com a maior alegria, a minha doce inspiração.E ainda que fisicamente distante, é na inspiração das nuvens, que se encontra a proximidade de um ideal, ou de se rever quem está  longe, como as pessoas que amamos e com as quais nos identificamos.Seremos todos nefelibatas, sempre que nos entregarmos ao doce trabalho do pensamento e...

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2021

Dois Sonetos de Amor da Hora Triste

'Dois sonetos de Amor da Hora triste', um poema que ficou imortalizado na memória dos portugueses, escrito pelo poeta Álvaro Feijó, (1916-1941), nascido em Viana do Castelo; cedo se fez poeta, e também cedo partiu, tinha apenas 25 anos de idade, morreu de doença prolongada em Lisboa, e deixou-nos o seu legado, a sua poesia e sensibilidade pelo estilo neorrealista que caracterizava à época, os grandes vultos da literatura. Tendo publicado apenas um livro em vida, 'Corsário' (1940), foi no entanto agraciado com uma obra póstuma, no mesmo ano da sua morte, 'Poemas de Álvaro Feijó' no qual consta o presente poema.I  Quando eu morrer, e hei-de morrer primeiro do que tu - não deixes fechar-me os olhos  meu Amor. Continua a espelhar-te...

 
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