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segunda-feira, 1 de junho de 2015

Novo Acordo Ortográfico divide Portugal

Se é para acabar com o Acordo Ortográfico de 1990, assim, sem mais nem menos, quase como tudo em Portugal, porque então o terão proposto vários dos Governos portugueses, desde o Estado Novo até ao governo de Cavaco Silva? Por nada?

Porque foram precisos 25 anos para se chegar a esta constatação de que está errado?
Quanto tempo e recursos humanos e financeiros não foram gastos com esse intuito, tal como os estudos do malogrado Aeroporto da Ota, em detrimento do malogrado Aeroporto de Alcochete, ou o malogrado TGV?

Que mais não são do que sinais de uma malograda Republica com muitos estudos, mas sem nenhum projeto de futuro.

Esta é na verdade uma daquelas discussões, que visam desviar os olhares para fora do foco dos problemas reais do Portugal profundo.

Nas se esqueçam os diletantes críticos, que reformas ortográficas houve muitas, e que tentativas de acordo malogradas foram pelo menos umas quatro. 1931, 1940 e 1971 durante o Estado Novo, e em 1978. (Todas de iniciativa portuguesa).

Já agora pergunto, como será encarada a diplomacia da CPLP e os respetivos signatários de um Tratado que tendo força de Lei, venha a ser pura e simplesmente abandonado? No mínimo risíveis.

Autor: Filipe de Freitas Leal

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Sobre o Autor

Filipe de Freitas Leal nasceu em Lisboa, em 1964, estudou Serviço Social pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa. Estagiou como Técnico de Intervenção Social numa Instituição vocacionada à reinserção social de ex-reclusos e apoio a famílias em vulnerabilidade social, é blogger desde 2007, de cariz humanista, também dedica-se a outros blogs de temas diversos.

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