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Desde julho de 2007 a debater ideias e a defender causas.

quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Desemprego # 2 - Subsídio Desemprego não chega a todos os desempregados.

Em Fevereiro de 1975 era criado em Portugal o SD Subsidio Desemprego. No entanto hoje, numa época tão difícil em que os desempregados atingem os 20% da população ativa, metade deles não usufrui de qualquer apoio no desemprego.
Um retrocesso não só na economia, mas também nos direitos dos cidadãos que trabalharam e contribuíram anos a fio.

A Situação dos desempregados tem vindo a agravar-se, pois os valores de referencia para a botenção não são iguais ao que eram há uns anos atrás, e devido a políticas ativas de emprego, recebe-se cada vez menos, e passados 180 dias, de se estar desempregado, são retirados 10%, já sem falar que o subsidio de desemprego pouco mais é do que 2/3 do que o trabalhador auferia no seu ordenado liquido. 

ISSP - Guia Prático - Subsídio de Desemprego
Pordata - Beneficiários do Subsído de Desemprego da Segurança Social
INE - A taxa de desemprego estimada para o 1º trimestre de 2014
Observador - Há 311 mil desempregados sem apoios do Estado

Este artigo respeita as normas do Novo Acordo Ortográfico

Sobre o Autor

 - Nasceu em 1964 em Lisboa, é estagiário em Serviço Social, numa ONG, tendo se licenciado pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa - ISCSP/UL, Fundou este blog em 2007, para o debate de ideias e a defesa do ideal humanista, edita ainda outros blogs, desde filosofia à teologia e apoio autodidático. (ver o Perfil)

1 comentários :

Ouve-se muitas vezes dizer que "a violência gera violência", que "a violência nunca consegue nada", ou que "se se usar a violência para nos defendermos daqueles que nos agridem, ficamos ao nível deles". Todas estas afirmações baseiam-se na noção errada de que toda a violência é igual. Ora, a violência pode funcionar tanto para subjugar como para libertar.

Assim sendo, que mais nos resta contra a Máfia Financeira e os seus esbirros (na Política e nos Media) senão a violência em legítima defesa e cirurgicamente dirigida? A violência não é intrinsecamente má. Quando a única forma de travar a violência criminosa é utilizando violência, então esta é perfeitamente justificada.

Um pai que pegue num taco para dispersar à paulada um grupo de rufias que está a espancar o seu filho, está a utilizar a violência de uma forma justa. Uma mulher que crave uma faca na barriga de um energúmeno que a está a tentar violar, está a utilizar a violência de uma forma justa. Um homem que abate a tiro um assassino que lhe entrou em casa com o objectivo de lhe aniquilar a família, está a utilizar a violência de uma forma justa. Um polícia que dispara contra um homicida prestes a abater um pacato cidadão, está a utilizar a violência de uma forma justa. Os habitantes de um bairro nova-iorquino que se juntam para aniquilar um bando mafioso (que nunca é apanhado porque tem no bolso os políticos, os juízes e os polícias locais), estão a utilizar a violência de uma forma justa.

As políticas dos sucessivos "governos" do Centrão – PS + PSD + CDS - têm sido de uma violência inaudita contra milhões de portugueses. E numa situação em que um povo inteiro está sonegado de todas as entidades que o deveriam defender contra a Máfia do DINHEIRO, acolitada por políticos corruptos, legisladores venais e comentadores a soldo, só existe uma solução para resolver a «Crise»... Somos 10 milhões contra algumas centenas de sanguessugas... e não há buracos suficientes para elas se esconderem.

Permitir, de braços cruzados, que crimes que destroem países sejam perpetrados por máfias financeiras coadjuvadas por políticos corruptos, legisladores venais e comentadores mediáticos a soldo, contra as populações, em nome de um pacifismo «politicamente correcto» mas suicidário, isso sim, é outro crime.

Não estarão reunidas as condições para que cidadãos - civis, polícias e militares - iniciem a caça à escumalha que nos está atirar a todos para a miséria, o desemprego, a criminalidade e a morte (seja pelo suicídio, pela falta de cuidados médicos, pela fome, etc.)?

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