domingo, 17 de agosto de 2014

Antissemitismo em Jornal Português


Foi deveras, um dos mais polémicos e infelizes cartoons / charges que o jornal português DN 'Diário de Notícias' publicou a 1 de agosto, tendo inclusive suscitado a indignação e protestos da Embaixadora de Israel Tzipora Rimon, e do Presidente da CIL Comunidade Israelita de Lisboa José Carp.

Do meu ponto de vista, trada-se de um desenho de extremo mau gosto, e injusto na medida em que  tenta comparar com igual, o Holocausto sofrido pelos judeus, ao combate contra o terrorismo que Israel trava em Gaza.

O desenho da autoria de André Carrilho, intitulado "Evolução das Espécies", denota não só ignorância dos factos históricos e das circunstâncias do tempo do III Reich, bem como desconhecimento total da realidade politica que se vive no médio oriente. Levando-nos a crer que o desenho possa ter sido intencional e com um propositado sentido antissemita.

E se não há antissemitism em Portugal, eu gostaria que me dissessem e me explicassem, porque infelizmente não sou omnisciente e nem génio para saber tudo nem tenho a pretensão de ser o dono da verdade, mas tenho a ambição de ser um buscador incansável do conhecimento e da verdade, tal como ela deve ser conhecida, com espírito crítico e humilidade.

Por favor, digam-me então o que vem a ser isto?!?.

Este artigo respeita as normas do Novo Acordo Ortográfico

Sobre o Autor

 - Nasceu em 1964 em Lisboa, é estagiário em Serviço Social, numa ONG, tendo se licenciado pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa - ISCSP/UL, Fundou este blog em 2007, para o debate de ideias e a defesa do ideal humanista, edita ainda outros blogs, desde filosofia à teologia e apoio autodidático. (ver o Perfil)

Reacções:

14 comentários:

Anónimo disse...

eu até tinha alguma admiração pelo trabalho do jovem cartoonista... tinha...
depois disto, foi-se! tanta ignorância!

Gabriel Reis disse...

É triste é ser hipócrita ai ponto de ignorar a limpeza étnica que existe roubando terras para contruír colonatos.
É triste ignorar que um povo ,o qual muitos dos avôs morreram no genocídio judeu , vêm agora cometer o mesmo tipo de segregação racial colocando os palestinianos em guettos, fazendo de Gaza um campo de concentração com 2 milhões de pessoas.
É isso que o cartoon demonstra , é isso que é um cartoon, se alguns não gostam ainda bem que os gosos são subjetivos.

Gabriel Reis disse...

Eu estou muito enganado, sabe que existem camiões projectar um liquido pestilento em escolas, casas particulares, liquido esse cujo cheiro se entranha na roupa e no corpo , privando os palestinianos crianças e adultos de fazer a suas actividades diarias?
Sabia que o IDF rapta e prende crianças ?
Sabia que as intenções de quem fundou israel sempre foi o de desestabilizar a zona expulsando matando os nativos?
Everigue o que se passou com o navio patria, quem colocou bombas no hotel king david e quem assassinou o mediador Folk Bernadotte, depois diga-me que estou novamente enganado.
Seria bonito se os mouros quisessem novamente conquistar terras a sul do tejo e chamar-lhes novamente alem tejo e algarves. Para onde iria V
Excia viver caso fosse palestiniano nestas terras "lusas"?

Filipe de Freitas Leal disse...

https://www.youtube.com/watch?v=-qqWyfNu79A

Gabriel Reis disse...

...e... ninguém tem o direito de roubar a TUA casa onde vives á seculos com a lenga-lenga de que no Velho testamento está escrito que a terra foi prometida por Deus, E preciso ser arrogante para alegar que Deus se importa com um local num planeta algures numa sistema solar, algures numa galáxia ,algures numa constelação algures num universo onde se desconhece a imensidão do próprio.

Não se consegue perceber como alguém licenciado em ciencias politicas defende tais idéias.

Os israelitas cometem um sistema apartheid semelhante aos que os próprios judeus importaram da Holanda para a África do Sul .

Nelson Mandela afirmou que a luta de dos sul africanos estaria incompleta sem a luta dos palestinianos.
Procure tambem no Google , tal como fez com esse video que colocou.
Cumprimentos .

Filipe de Freitas Leal disse...

O colapso financeiro da Alemanha provocado pelo tratado de Versalhes e agravado pela crise de 1929, leva ao poder o Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Alemães - NSDAP, é instalada a ditadura, é o apogeu do regime racista do Nazismo sob a liderança de um austríaco, Adolf Hitler que rasga o tratado de Versalhes, anexa a Áustria, os sudetas na Checoslováquia e em nome da necessidade de um espaço vital invade a Polónia, pelo que é feita a declaração de guerra por parte do Reino Unido, começava a II Guerra Mundial e o Holocausto nos campos de concentração, onde entre outros foram exterminados seis milhões de judeus nas câmaras de gás, algo que só seria conhecido após o fim do conflito; A Europa ignorava que destino dar a tantos judeus sobreviventes do genocídio, ou expulsos de vários países, sem ter para onde ir e sem ter quem os aceitasse, a maioria foi para a Palestina, embora contra a vontade das autoridades britânicas.



A Guerra só acabara em 1945 com o lançamento de duas Bombas Atómicas, uma em Hiroxima e outra em Nagasaki, o mundo ficara horrorizado com o cogumelo de fogo, o Japão rendia-se e o Imperador deixava de ser um deus, apesar de ter melhor sorte que Mussolini em Itália que fora assassinado pela multidão e colocado numa árvore de cabeça para baixo.

Em 1947 a ONU, a sucessora da Liga das Nações, aprovara uma resolução para a criação de dois Estados na parte ocidental da Palestina, pois o lado oriental tornara-se independente com o nome de Transjordânia, assim, haveria uma Palestina Árabe e uma Palestina Judaica ou Israel, os palestinianos-árabes recusaram-se a aceitar a sua independência, sob orientação de outros países árabes, em 1948 os ingleses por falta de habilidade nos assuntos políticos do Médio Oriente, acabam por abandonar o território sem que o problema estivesse resolvido, assim, numa encruzilhada política sem precedentes é proclamada a independência do Estado Judaico baseado na resolução 181 da ONU sobre a Partilha da Palestina, Israel renascia como o lar de todos os judeus em 14 de maio daquele ano, sob a liderança de Ben Gurion que estendera a mão da amizade e do reconhecimento aos palestinianos árabes, na esperança de receber em troca um gesto igual, no entanto, no dia seguinte, Israel fora invadido por cinco exércitos árabes: Egito, Jordânia, Síria, Líbano e Iraque, levando a uma polarização radical do Nacionalismo árabe e do Sionismo, contudo os israelitas venceram sempre, desde então o problema de Israel e da Palestina continua a ser foco de intensos conflitos e de difíceis negociações de paz.

A razão do conflito reside numa questão cultural profunda dos povos árabes de religião muçulmana, cujos factos estão enraizados com o fim do Império Otomano, desmembrado após a sua derrota na I Guerra Mundial, parte do seu território que foi dividido pelas potencias beligerantes vencedoras no conflito armado, algo que foi sentido como uma humilhação, a divisão do território poderia ser tolerada pelos muçulmanos, mas o que geraria a grande conflitualidade era o facto de os territórios serem governados por infiéis, ou seja não muçulmanos, o que prova isto é a sangrenta guerra civil do Líbano em 1975, despoletada contra o presidente cristão.

Kissinger foi o Secretário de Estado dos EUA durante os governos de Richard Nixon e mais tarde Gerald Ford, afirmara que: “O compromisso doutrinário de jamais ceder territórios fez com que, para alguns, a coexistência com Israel deixasse de ser a aceitação de uma realidade para se tornar uma negação da fé” em Kissinger (2014).

Retirado do Capítulo 5 de "Ciência Política em 50 Lições".

Gabriel Reis disse...

Antes de 1929 já o Sionista Hertzel tinha o objectivo de criar um estado judaico em terras ja haita

Gabriel Reis disse...

Parte 1
Antes do descreve existiram factos ainda mais inportantes que por conseqüência fizeram a situação evoluir no que é hoje.
Ainda antes de 1929 já Hertzel atraves de ideias sionistas quis "dar terra sem gente a a gente sem terra", uma constatação falsa pois durante seculos viveram árabes com judeus em harmonia na Palestina até que o Sionimo veio desestabilizar a região , de facto foram os sionistas com forte influencia economica no EUA que prometeram envolver os EUA na 1'guerra se os britânicos lhes dessem a Palestina através da obscura declaração de balfour. Assim foi, Alemanha que estava prestes a ganhar a 1 guerra estava disposta a acordar as fronteiras e acordos tal como estavam definidos antes da guerra.
Os EUA ao entrarem na guerra fizeram a Alemanha perder a guerra, algo que os alemães não perdoaram os sionistas tomando os judeus que controlavam a economia e os media alemães como apoiantes desse sionismo.
Não foi por acaso que hitler de repente decidiu odiar os judeus .
deixo aqui um excerto das descrições de Eça de Queiróz sobre a influência judaica na sociedade alemã nos fins do séc. 19 deixamdo os próprios alemães etnicos na miséria.

Gabriel Reis disse...

Parte 2

Eça de Queirós

Cartas de Inglaterra 1877-1882

Surripiado do Tantas Broncas


«Mas que diremos do movimento na Alemanha? Que em 1880, na sábia e tolerante Alemanha, depois de Hegel, de Kant e de Schopenhauer, com os professores Strauss e Hartmann, vivos e trabalhando, se recomece uma campanha contra o judeu, o matador de Jesus, como se o imperador Maximiliano estivesse ainda, do seu acampamento de Pádua, decretando a destruição da lei rabínica e ainda pregasse em Colónia o furioso Grão de Pimenta, geral dos dominicanos –, é facto para ficar de boca aberta todo um longo dia de Verão.

Porque enfim, sob formas civilizadas e constitucionais (petições, meetings, artigos de revista, panfletos, interpelações), é realmente a uma perseguição de judeus que vamos assistir, das boas, das antigas, das manuelinas, quando se deitavam à mesma fogueira os livros do rabino e o próprio rabino, exterminando assim economicamente, com o mesmo feixe de lenha, a doutrina e o doutor.

Mas o mais extraordinário ainda é a atitude do Governo alemão: interpelado, forçado a dar a opinião oficial, a opinião de Estado sobre este rancor obsoleto e repentino da Alemanha contra o judeu, o Governo declara apenas com lábio escasso e seco «que não tenciona alterar a legislação relativamente aos israelitas.

Deixa a colónia judaica em presença da irritação da grossa população germânica — e lava simplesmente as suas mãos ministeriais na bacia de Pôncio Pilatos. Não afirma sequer que há-de fazer respeitar as leis que protegem o judeu, cidadão do império; tem apenas a vaga tenção, vaga como a nuvem da manhã, de as não alterar por ora!

Gabriel Reis disse...

Parte 3

O motivo do furor anti-semítico é simplesmente a crescente prosperidade da colónia judaica, colónia relativamente pequena, apenas composta de quatrocentos mil judeus; mas que pela sua actividade, a sua pertinácia, a sua disciplina, está fazendo uma concorrência triunfante à burguesia alemã.

A alta finança e o pequeno comércio estão-lhe igualmente nas mãos: é o judeu que empresta aos estados e aos príncipes, é a ele que o pequeno proprietário hipoteca as terras. Nas profissões liberais absorve tudo: é ele o advogado com mais causas e o médico com mais clientela: se na mesma rua há dois tendeiros, um alemão e outro judeu, o filho da Germânia ao fim do ano está falido, o filho de Israel tem carruagem! Isto tornou-se mais frisante depois da guerra: e o bom alemão não pode tolerar este espectáculo do judeu engordando, enriquecendo, reluzindo, enquanto ele, carregado de louros, tem de emigrar para a América à busca de pão.

Mas se a riqueza do judeu o irrita, a ostentação que o judeu faz da sua riqueza enlouquece-o de furor. E, neste ponto, devo dizer que o Alemão tem razão. A antiga legenda do israelita, magro, esguio, adunco, caminhando cosido com a parede, e coando por entre as pálpebras um olhar turvo e desconfiado – pertence ao passado.

O judeu hoje é um gordo. Traz a cabeça alta, tem a pança ostentosa e enche a rua. É necessário vê-los em Londres, em Berlim, ou em Viena: nas menores coisas, entrando em um café ou ocupando uma cadeira de teatro, têm um ar arrogante e ricaço, que escandaliza. A sua pompa espectaculosa de Salomões "parvenus" ofende o nosso gosto contemporâneo, que é sóbrio. Falam sempre alto, como em país vencido, e em um restaurante de Londres ou de Berlim nada há mais intolerável que a gralhada semítica. Cobrem-se de jóias, todos os arreios das carruagens são de ouro, e amam o luxo grosso. Tudo isto irrita.

Mas o pior ainda na Alemanha é o hábil plano com que fortificam a sua prosperidade e garantem o luxo, tão hábil que tem um sabor de conspiração: na Alemanha, o judeu, lentamente, surdamente, tem-se apoderado das duas grandes forças sociais – a Bolsa e imprensa. Quase todas as grandes casas bancárias da Alemanha, quase todos os grandes jornais, estão na posse do semita. Assim, torna-se inatacável. De modo que não só expulsa o alemão das profissões liberais, o humilha com a sua opulência rutilante e o traz dependente pelo capital; mas, injúria suprema, pela voz dos seus jornais, ordena-lhe o que há-de fazer, o que há-de pensar, como se há-de governar e com que se há-de bater!

Tudo isto ainda seria suportável se o judeu se fundisse com a raça indígena. Mas não. O mundo judeu conserva-se isolado, compacto, inacessível e impenetrável. As muralhas formidáveis do Templo de Salomão, que foram arrasadas, continuam a pôr em torno dele um obstáculo de cidadelas. Dentro de Berlim há uma verdadeira Jerusalém inexpugnável: aí se refugiam com o seu Deus, o seu livro, os seus costumes, o seu Sabbath, a sua língua, o seu orgulho, a sua secura, gozando o ouro e desprezando o cristão. Invadem a sociedade alemã, querem lá brilhar e dominar, mas não permitem que o alemão meta sequer o bico do sapato dentro da sociedade judaica.

Só casam entre si; entre si, ajudam-se regiamente, dando-se uns aos outros milhões – mas não favoreceriam com um troco um alemão esfomeado; e põem um orgulho, um coquetismo insolente em se diferençar do resto da nação em tudo, desde a maneira de pensar até à maneira de vestir. Naturalmente, um exclusivismo tão acentuado é interpretado como hostilidade – e pago com ódio.»

Filipe de Freitas Leal disse...

Sabe que atualmente só existem duas nações que vêm da antiguidade até aos nossos dias e permanecem incólumes, uma é a nação Chinesa, a outra é a nação Israelita, que aliás é o berço da civilização ocidental e humanista, (não fosse o judaísmo e a humanidade não conheceria nem os Dez Mandamentos, nem os valores civilizacionais e humanistas que vêm da ética judaica,que foi espalhada pelo cristianismo, o próprio Cristo era judeu, mas até a Bíblia que os cristão cultuam nada seria sem o judaísmo e a Torá, o livro de Moisés, pois os Evangelhos foram escritos por judeus baseados na Torá) e apesar de tudo isto, o povo judeu é perseguido, invejada e odiado.

Israel é um povo de apenas 15 milhões indivíduos em todo o mundo, mas é a nação com maior contribuição cientifica, politica e cultural de toda a história, com inúmeros prémios Nobel, desde que os prémios Nobel foram criados em 1901, cerca de mais de 180 laureados eram judeus (independentemente da nacionalidade), logo aí supera todos os outros povos em várias áreas do saber. Além disso grandes homens e mulheres das artes à ciência e passando pela filosofia eram judeus, só para ilustrar temos Moisés de León, Spinoza, Freud, Karl Marx, Bubber, Hanna Harentd, Albert Einstein, Henry Kissinger, Woody Allen, Groucho Marx, Mahler, Mendelson, Bob Dylan, Steven Spielberg, Stan Lee, Héctor Babenco, Lasar Segal, Marc Chagall, Tony Curtys, Barbara Straisand, Fritz Lang, Jerry Lewis, Roman Polanski, Stanley Kubrick, Friederich Hayeck, Milton Friedman e Boris Pasternak, Clarice Lispector, Franz Kafka, Primo Levi, Zigmunt Bauman, Moacyr Sciliar, Anne Frank entre muitos outras personalidades, das quais se sobressaem as mais famosas, que são as 6.000.000.000 (seis milhões) de vitimas do Holocausto Nazi no coração da Europa civilizada em pleno século XX.

O hebraico é o único idioma que foi efetivamente uma “língua morta”, e conseguiu voltar a ser uma língua viva, sendo hoje falada por 9 milhões de pessoas, isto tudo para ilustrar, que os esforços do Mufti de Jerusalém, que pediu a Hitler a solução final, falhou, tal como falhou a tentativa de Haman, o ministro do Rei Xerxes I da Pérsia que em 510 AEC planeara exterminar o povo judeu. Mas falhou, e falharam todos e falharão todos os que a esse intento se dediquem. Nem o catolicismo com a Inquisição, nada fez com que o Povo Eleito fosse aniquilado, e pelo contrário ergue-se cada vez mais forte e mais próspero que nunca.

Deve também saber que, Israel é o único Estado verdadeiramente democrático em todo o Oriente Médio, há em Israel, com cidadania israelita cerca de um milhão e meio de árabes (muçulmanos) que que participam das Forças Armadas e podem votar e ser eleitos, inclusive há partidos árabes com acento Parlamentar, coisa que presumo que não haja nenhum partido judaico em nenhum país árabe. Além disso Israel ao contrário do mundo árabe, respeita a igualdade de género, as mulheres tem tanta importância quanto os homens, ao contrário dos países vizinhos, onde adultos casam com crianças.

E por fim, com tudo o que o Sr. acima escreveu aqui, a única coisa de que me convenceu é tão somente a de que perdeu o seu precioso tempo, mostrou uma péssima imagem, pois trata-se de apenas e tão somente mais um antissemita.

Anónimo disse...

Ressalvo desde já que não professo a religião judaica ,pois a minha confissão é a cristã.Vou aplaudir a ultima nota do Filipe e de pé ,com a qual concordo plena e inteiramente e condenar veentemente o antisemitismo visceral e bem patente do "Gauleiter Herr Reis"...o referido senhor alem de "viajar que se farta "(expressão brasileira que é usada para classificar alguém que inventa e fantasia que se farta )devia "pintar a cara de preto"...:(.....eu não gastaria mais "cera com este ruim defunto "e aconselharia o Filipe a fazer outro tanto ...;)

Gabriel Reis disse...

Parece que pelas suas palavras não gostou da descrição de Eça de Queiróz sobre o corporativismo judeu.

Pois ....um povo que através da protecção ao seu corporativismo (mecenato), sempre criou conflitos ao longo da história, e sempre foi corrido. Agora com o acesso a armas nucleares que este povo tem, será a extinção da vida na terra tal como a conhecemos.

Quanto á evolução, os avanços tecnológicos também iriam avançar mais tarde ou mais cedo mesmo que sem a contribuição de judeus.

Por falar em "antissemita" v. Excia como doutorado em ciências politicas, deveria saber que "antissemitismo" é uma palavra sem sentido. É como eu ser português e ser Anti-ibérico. Se não perceber onde ei quero chegar, averigue quais os povos semitas.

Cumprimentos



Filipe de Freitas Leal disse...

Caros leitores e seguidores, venho informar que não serão mais publicados os COMENTÁRIOS cujo teor denotem claramente qualquer tipo de preconceitos.
Agradeço que os comentários tenham algo a acrescentar para um debate salutar de ideias, mas não os que simplesmente reproduzem ideias feitas, baseadas no senso comum manipulado pela grande imprensa, ideias que são na maioria erróneas e baseadas em xenofobia, racismo e antissemitismo, quando não mesmo, fruto da ignorância e que nada acrescentam.

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