10 ANOS

Desde julho de 2007 a debater ideias e a defender causas.

terça-feira, 1 de outubro de 2013

Poema # 24 - Folhas Soltas ao Vento

Desejo-te mais que o desejo,
Sinto-te na ausência presente,
Como se me deras um beijo,
Tão puro, doce e inocente.

E que o beijo da tua boca molhada
Seja sempre por mim recordado,
Pela noite dentro ou na madrugada,
Ou pela fresca manhã, já despertado.

Encanto-me com a pureza do teu ser,
Tal como das coisas belas, me encanto,
Contemplo o teu dulcíssimo adormecer,
E faço-te versos e rimas para o teu canto.

Canto feito do chilrear dos pássaros
E da brisa a soprar nas folhas das árvores,
De pensamentos que voam até aos píncaros,
Poemas de folhas soltas ao vento nos alvores,
Dizem-nos do que a alma pede e o coração precisa,
Anseio dos desejos e os sonhos da pitonisa.



Autor Filipe de Freitas Leal

Sobre o Autor

Filipe de Freitas Leal nasceu em Lisboa, em 1964, estudou Serviço Social pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa. Estagiou como Técnico de Intervenção Social numa Instituição vocacionada à reinserção social de ex-reclusos e apoio a famílias em vulnerabilidade social, é blogger desde 2007, de cariz humanista, também dedica-se a outros blogs de temas diversos.

2 comentários :

Adorei este poema Folhas Soltas ao vento é realmente muito lindo e fazia tempo que eu não visitava o blog humanista é sempre um lição de cultura e uma alegria ; Eu tenho que dizer ; Felipe este blog é um show de conhecimento ; Abraço e Felicidades Sempre a vc e Família, Mia Sales

Caríssima Mia Sales, as tuas palavras tão generosas e gentis, são um bálsamo de incentivo que me enche de um enorme sentimento de gratidão, e torna-se mais motivante ainda, continuar com este trabalho e este projeto do blog humanista.
A ti e todos os teus um grande abraço e o meu muito obrigado. (Filipe de Freitas Leal)

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