Raif Badawi o Direito de Ser Blogger

Somos todos Raif Badawi, se acreditamos que a liberdade de expessão é um direito inalienável da Pessoa Humana, então todos somos Raif Badawi.

O Humanismo

O Humanismo mais que uma ideologia é uma praxis ao alcance de cada um de nós, somos chamados a fazer o que estiver ao nosso alcance e de acordo com as nossas possibilidades em prol do bem comum.

A Terceira Idade e a Cultura Intergeracional

A revolução grisalha, e a cultura de uma sociedade intergeracional, juntanto-se a todo o conjunto de uma cultura de inclusão, a força da juventude e a sabedoria da idade produzem um mundo novo.

Solidariedade Social

A solidariedade social, mais que comunhão de esforços em prol de causas é o dar-se em prol dos nossos semelhante, é um dos temas centrais deste blog,.

Trabalhos Académicos, do Serviço Social e Sociologia à Ciência Política

Desde 2010 que o Etcetera, disponibiliza para consulta, um conjunto de estudos académicos de várias áreas da ciência, como sociologia, psicologia, ciência política, economia social entre outras.

Sugestões de Leitura - Lista de Livros

Lista de Livros, sugestão dos mais importantes da Literatura Universal e Humanista, o mais importante é ler bons livros e não sermos guiados pelos livros da moda.

domingo, 19 de maio de 2013

Poema # 20 - Profundamente


Há algo de profundamente belo,
Em cada alma humana,
Há beleza em todos os rostos,
Sorrisos e olhares.
Há algo tão sublime numa vida
Que nasce e que passa.

E na passagem perdendo a sua pureza,
Reencontra-a na humildade,
Forjada na caminhada da vida,
Em direção ao outro

E no encontro sereno com a finitude.



Autor Filipe de Freitas Leal

Sobre o Autor

Filipe de Freitas Leal nasceu em Lisboa, em 1964, estudou Serviço Social pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa. Estagiou como Técnico de Intervenção Social numa Instituição vocacionada à reinserção social de ex-reclusos e apoio a famílias em vulnerabilidade social, é blogger desde 2007, de cariz humanista, também dedica-se a outros blogs de temas diversos.

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Os Campos das Políticas de Emprego e Formação


Antes de definir o campo da Política de Emprego e Formação Profissional, é necessário primeiro trabalhar os conceitos de políticas públicas, politicas sociais e por fim a política de emprego.
As Políticas Públicas, são respostas que o Estado pode dar, sendo orientações gerais, face às necessidades sociais, económicas, administrativas, entre outras, através de normas, leis, programas ou por outras palavras, os determinados instrumentos que formam as medidas de intervenção do Estado na resolução ou auxilio dos problemas suscitados.
As medidas, propriamente ditas, podem não se traduzir em programas, mas instrumentos de orientação e determinação do foco das orientações com vista à ação.
Derivam das políticas públicas, as Políticas Sociais, que são as políticas públicas cujo teor responde às necessidade surgidas na sociedade, que visam promover o bem estar social.
As Políticas de Emprego e Formação Profissional, são um conjunto de intervenções que visam diretamente melhorar o funcionamento dos mercados de trabalho, e dessa forma, pretendem alcançar resultados socialmente desejados (Scmid, O'Realy, Schomann 1997:8)
Temos assim que das Políticas Públicas derivam as Políticas Sociais, e desta as respectivas politicas no campo social, como as Políticas de Saúde, de Habitação, da Família, entre outras como as Políticas de Emprego e Formação Profissional, que é o foco deste artigo.
No entanto para adentrarmos no mundo do Trabalho, quer em termos políticos quer em termos de políticas sociais, é necessário trabalharmos o conceito do que é Trabalho e Emprego. O conceito de Trabalho é um conceito antigo, vindo das sociedades coletoras, e implica toda a ação com vista a produzir um bem ou responder a uma necessidade, desse modo tudo o que eu faço, é trabalho, e nesse sentido o trabalho em si, que pode ser remunerado, livre, negociado, formalizado com contrato, ou pelo contrário pode não ser nada disto que aqui falo. Isto é, há uma necessidade de separarmos o trabalho livre e pessoal, realizado pela nossa livre vontade em atividades domésticas e estritamente pessoais, do trabalho produtivo que não é livre e é feito a troco de um rendimento vendendo a força de trabalho a uma outra pessoa ou empresa, ou seja a quem detém o Capital, e este resume-se em bens de produção. Há em contrapartida, trabalho doméstico não remunerado mas produtivo, trabalho voluntário, clandestino e trabalho forçado, (exemplo a escravatura permitida, que outrora era praticada em todo o Mundo).
Do outro lado temos o Emprego, que é um conceito relativamente novo, emergente portanto desde o Séc. XVIII com a Revolução Industrial, em que o trabalhador emprega a sua força de trabalho em troca de uma remuneração, que é Pago, Livre, Negociado (havendo um mercado) e é formalizado (tendo um contrato que abrange direitos e deveres de ambas as partes). O emprego, é também conhecido pelo termo Trabalho Assalariado, há no entanto outras formas atípicas de emprego.
Por outras palavras, a "Política de Emprego, é entendida como um instrumento de garantia do direito de acesso e tem por objetivo a prevenção e resolução dos problemas de emprego, incluindo as melhorias da qualidade do emprego, a promoção do pleno emprego, o combate ao desemprego, (...) e aumentar os níveis de bem-estar da população" Moreira (2000).
As políticas públicas, não são tomadas pelos governantes de forma unilateral, o setor privado da sociedade e da economia é tido obviamente em conta, é o setor privado que mostra ao governo as lacunas do mercado de trabalho e da formação profissional, pelo que as políticas visam responder precisamente às necessidades sentidas no mercado de trabalho, e também à formação profissional, com intuito de combater o desemprego, de aumentar a competitividade dos trabalhadores e da economia como um todo.
Assim, as políticas de emprego, de trabalho e de formação Profissional, fazem parte das Políticas de Trabalho, e dividem-se em dois grupos, as PE Políticas de Emprego, e as PFP Politicas de Formação Profissional.
A decisão não deixa de ser controversa, na medida em que os funcionários, que são na maioria autónomos (os chamados recibos verdes) infelizmente não só não sabem do seu futuro, com poderão ter de enfrentar uma situação de desemprego.
Outrossim, os restantes GIP's que estejam ligados diretamente às Câmaras Municipais, permanecerão operacionais.
Como consequência desta medida inédita, a morosidade dos serviços poderá fazer-se sentir, tendo em conta que os utentes terão que se deslocar para mais longe e enfrentar um maior tempo de espera.

Quanto à medida em si, deixa sérias duvidas, porque se o serviço existiu desde 2010 nas escolas, porque só agora é que deixa de fazer sentido?

Autor Filipe de Freitas Leal


Sobre o Autor

Filipe de Freitas Leal nasceu em Lisboa, em 1964, estudou Serviço Social pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa. Estagiou como Técnico de Intervenção Social numa Instituição vocacionada à reinserção social de ex-reclusos e apoio a famílias em vulnerabilidade social, é blogger desde 2007, de cariz humanista, também dedica-se a outros blogs de temas diversos.

segunda-feira, 6 de maio de 2013

Poema # 19 - A Força dos Versos

A poesia é a minha única arma,
Nos papeis em verso,
Ou nas paredes pintadas,
É a mais bela forma de luta.

E na nossa indignação,
Façamos da poesia o nosso clamor,
Parem agora e oiçam o verso,
Que vos fala doravante de amor.

E Perpetuada em paredes brancas,
Poesia pintada que nos fala destemida,
De um eco, de um grito com fulgor,
Que nos liberta do temor.

Firmemente é mais forte que eu,
Poesia viva, que de mim viveu,
Sendo minha alegria e meu pranto
É também frase de luta e de encanto.



Autor Filipe de Freitas Leal


Sobre o Autor

Filipe de Freitas Leal nasceu em Lisboa, em 1964, estudou Serviço Social pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa. Estagiou como Técnico de Intervenção Social numa Instituição vocacionada à reinserção social de ex-reclusos e apoio a famílias em vulnerabilidade social, é blogger desde 2007, de cariz humanista, também dedica-se a outros blogs de temas diversos.

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Poema # 18 - Se Os Meus Olhos Falassem

Se os meus olhos falassem, falavam de ti,
Desde que te vi, os teus encantam os meus,
Ilhado em pensamentos, sonhei e me vi,
Com rubor a pedir um beijo dos teus.

Observam-te meus olhos como quem adora,
Como se quisessem dizer com encanto,
Estou aqui, não me irei nunca embora,
Na eternidade destes versos, neste encanto.

Ah, doce melodia que sopra minha boca
Porque meus olhos querendo falar,
Não falam, calam-se com brilho,
E gritam teu nome com luz e cores.

Se os meus olhos falassem,
Falariam de ti e dos sonhos meus,
E de quando meus olhos te viram sorrir
Desabou em mim todo o meu mundo,
Para que novamente, possa ressurgir,
Com novas cores, em tons de alegria.

A tua singela tristeza é sinal do desassossego,
No qual meus olhos só vêm tons cinzentos,
De que se reveste dos dias, o mais nebuloso.
E seja a tua felicidade o espelho de um desejo,
Ainda que estejas distante, ou no tempo tardia.
Permaneces, como meus olhos te viram um dia.

Autor Filipe de Freitas Leal




Sobre o Autor

Filipe de Freitas Leal nasceu em Lisboa, em 1964, estudou Serviço Social pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa. Estagiou como Técnico de Intervenção Social numa Instituição vocacionada à reinserção social de ex-reclusos e apoio a famílias em vulnerabilidade social, é blogger desde 2007, de cariz humanista, também dedica-se a outros blogs de temas diversos.