10 ANOS

Desde julho de 2007 a debater ideias e a defender causas.

quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

Pensamentos # 03 - As Árvores

"As árvores duram tantos séculos,
Que nunca ouvimos dizer que uma árvore morreu,
Crescem voltadas para o alto,
Suportam com as raízes as tempestades,
Adaptam-se às estações,
Dão-nos frutos e sombra,
E quando de facto morrem, morrem de pé,
Com copa e seus galhos secos erguidos e firmes.
Virada para o alto céu em sinal de gratidão.
Sejamos como as árvores,
Cresçamos sempre em direção ao alto,
Fortalecendo as raízes,
Mantendo o tronco firme
Cuidando dos nossos frutos"

In Facebook 10/11/12

Autor Filipe de Freitas Leal




Sobre o Autor

Filipe de Freitas Leal nasceu em Lisboa, em 1964, estudou Serviço Social pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa. Estagiou como Técnico de Intervenção Social numa Instituição vocacionada à reinserção social de ex-reclusos e apoio a famílias em vulnerabilidade social, é blogger desde 2007, de cariz humanista, também dedica-se a outros blogs de temas diversos.

4 comentários :

Passou-se no Brasil em 1988, quando eu estava a passar por uma crise de fé, viajei de comboio de madrugada e adormeci.
Quando acordei o comboio estava parado no meio do nada, olhei para fora e avistei uma linda árvore, por trás dela o sol nascente rompendo com os seus raios de ouro, misturados com uma tímida neblina fizeram um efeito lindo.
Juntei as mãos e em oração agradeci a D-us por aquele momento único, pareceu-me que D-us parou o comboio para me tocar daquela maneira.
A árvore Passou a ser o meu símbolo pessoal até hoje.

Por isso é que acho que na vida há pequenos milagres, que são feitos para nós nos momentos exatos em que precisamos deles.

Quem estuda as plantas, árvores por consequência, tem nelas uma ótima analogia com nossa vida quer pela constituição orgânica quer pela simbologia que encerram.
Abraço!
Bom domingo!
Sonia

Obrigado cara Sónia, deveras concordo consigo, fico feliz de partilharmos os mesmos ideais.

Bom domingo e um abraço!
Filipe de Freitas Leal

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